Divas Skateras https://divaskateras.com.br/ Plataforma de skate feminino desde 2006 Wed, 01 Jul 2026 00:35:09 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.1 https://divaskateras.com.br/wp-content/uploads/2023/06/cropped-DIVAS-ICONE-REDONDO_PRETO-32x32.png Divas Skateras https://divaskateras.com.br/ 32 32 Maria Lúcia e Dora Varella brilham no STU National Cuiabá 2026 https://divaskateras.com.br/blog/stu-national-cuiaba-2026-maria-lucia-dora-varella/30/06/2026/ Tue, 30 Jun 2026 22:59:21 +0000 https://divaskateras.com.br/?p=7255 O STU National Cuiabá 2026 movimentou a capital mato-grossense entre os dias 26 e 28 de junho, reunindo alguns dos principais nomes do skate brasileiro nas modalidades Street e Park. O Divas Skateras, mídia parceira oficial do evento, esteve presente durante toda a programação, acompanhando de perto as disputas, os treinos e toda a energia […]

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O STU National Cuiabá 2026 movimentou a capital mato-grossense entre os dias 26 e 28 de junho, reunindo alguns dos principais nomes do skate brasileiro nas modalidades Street e Park. O Divas Skateras, mídia parceira oficial do evento, esteve presente durante toda a programação, acompanhando de perto as disputas, os treinos e toda a energia que tomou conta da pista.

A realização da etapa também contou com o apoio da Federação Mato-Grossense de Skateboard – FMTSK, que atuou no fortalecimento do skate local e na construção de mais uma edição do STU na capital mato-grossense.

O fim de semana foi marcado por mudanças no clima. Entre momentos de temperaturas abaixo do esperado, a grande final confirmou a fama da cidade. A tradicional “Cuiabrasa” apareceu justamente no último dia de competição, proporcionando o calor intenso característico de Cuiabá para decidir os campeões da etapa.

Na decisão do Street Feminino, a skatista Maria Lúcia garantiu a primeira colocação, seguida por Bia Godoi e Isabelly Ávila.

Já no Park Feminino, Dora Varella voltou a mostrar sua experiência e domínio da modalidade para conquistar o título da etapa de Cuiabá, seguida por Fernanda Galdino e Manu Tomitake.

Encerrando o fim de semana, o Divas Skateras promoveu, em parceria com a Red Bull, um Cash for Tricks que reuniu atletas do STU National e skatistas locais em uma sessão aberta repleta de manobras e celebração.


Ao todo, foram distribuídos R$ 2.000 em dinheiro, incentivando novas tentativas, criatividade e muita interação entre competidoras profissionais e a cena local. A ação reforçou um dos principais objetivos do Divas Skateras: criar oportunidades para que mais mulheres ocupem as pistas e também atuem profissionalmente em grandes eventos, seja na produção, comunicação, fotografia, arbitragem ou em outras áreas que fortalecem a presença feminina no skate.

Receber uma etapa do STU National em Cuiabá representa um momento importante para o desenvolvimento do skate na região. É uma satisfação ver um evento desse porte acontecer na casa das Divas, fortalecendo a cena local e incentivando cada vez mais a participação feminina no esporte.

A presença de grandes atletas nacionais, aliada à participação das skatistas locais em ações como o Cash for Tricks, contribui diretamente para o fortalecimento da cena feminina, inspira novas gerações e amplia as oportunidades para quem está começando no skate.

Que esta seja apenas mais uma das muitas edições que continuarão impulsionando o skate feminino em Mato Grosso.

CRÉDITOS

FOTOS DE STU NATIONAL

TEXTO DE LORENA NUNES

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STU desembarca em Cuiabá e fortalece a programação do Go Skate Day 2026 https://divaskateras.com.br/blog/stu-national-cuiaba-2026/19/06/2026/ Sat, 20 Jun 2026 00:17:49 +0000 https://divaskateras.com.br/?p=7219 O Skate Total Urbe (STU) é a maior plataforma de skate e cultura urbana do Brasil. Pela primeira vez, Cuiabá sedia uma etapa do circuito STU National, inserindo a capital mato-grossense no mapa das grandes competições do país, entre os dias 26 e 28 de junho. O palco do evento será o novo complexo de […]

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O Skate Total Urbe (STU) é a maior plataforma de skate e cultura urbana do Brasil. Pela primeira vez, Cuiabá sedia uma etapa do circuito STU National, inserindo a capital mato-grossense no mapa das grandes competições do país, entre os dias 26 e 28 de junho. O palco do evento será o novo complexo de pistas no Parque Novo Mato Grosso, com mais de 13 mil m2 de área construída.

Grandes nomes do skate feminino brasileiro estão mais do que confirmados. Preparem-se para ver de perto gigantes como Dora Varella, Isa Pacheco e Yndiara Asp no Park, além de Pâmela Rosa, Maria Almeida e Maria Lucia quebrando tudo no Street. Veja a lista completa abaixo:

Skate Park Fem

Yndiara Asp

Alice Nassif

Dora Varella

Erica Leguizamon

Fernanda Galdino

Isa Pacheco

Lua Vicente

Manuela Tomitake

Marina X Lima

Sofia Godoy

Skate Street Fem

Rafaela Murbach

Ariadne Souza

Bia Godoy

Carla Karolina

Duda Ribeiro

Isabelly Avila

Manuella Moretti

Maria Almeida

Maria Lucia

Pamela Rosa

Já no masculino, o público verá de perto grandes nomes que representam o Brasil no topo do ranking mundial, como Augusto Akio (Park) e Sebastian Simonetto (Street). A torcida da casa terá um motivo ainda maior para vibrar: o skatista Izael Miranda está confirmado e vai representar Mato Grosso na disputa do Street. O evento também celebrará o alto nível do Paraskate Park, trazendo referências nacionais da modalidade como Italo Romano e Vini Sardi.

E a galera poderá curtir o STU Day, praça de alimentação, feira URB e diversas outras ativações. Os ingressos são gratuitos e já podem ser retirados antecipadamente na Zig Tickets. A entrada será validada mediante QR Code e doação de 1kg de alimento não perecível. Venha conosco para mais um momento histórico do skate mato-grossense!

Divas Skateras é mídia parceira oficial

A etapa ganha um sabor ainda mais especial por acontecer na nossa casa! É com muito orgulho que anunciamos que o Divas Skateras é mídia parceira oficial do STU Cuiabá. Preparem-se, porque vamos trazer cada detalhe, bastidor e manobra pesada direto do front!

Cuiabá recebe esquenta do STU no Go Skate Day 2026

A programação local contará com um esquenta especial do STU durante o Go Skate Day Cuiabá 2026. A grande atração do encontro será o Cash for Tricks, dinâmica que promete agitar a pista premiando as manobras mais impressionantes em dinheiro.  Realizado pela Federação Mato-Grossense de Skate, o evento acontece neste domingo, dia mundial do skateboard (21), a partir das 16h, na Arena Pantanal, reunindo a comunidade em uma grande celebração que antecipa o clima de um dos principais campeonatos do país.

Garanta seu Ingresso

SEMI-FINAIS

FINAIS

Créditos

Texto: Lorena Nunes
Revisão: Estefania Lima
Fotos: Arquivo Digital STU e Divas Skateras

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Karina Muñoz conquista o Feminino Master do Vans Old Is Gold 2026 https://divaskateras.com.br/blog/karina-munoz-feminino-master-vans-old-is-gold-2026/15/06/2026/ Tue, 16 Jun 2026 00:24:21 +0000 https://divaskateras.com.br/?p=7198 O Divas Skateras esteve presente como mídia parceira por mais um ano consecutivo no Vans Old Is Gold, realizado entre os dias 4 e 7 de junho, no Curitiba Skate Park. Durante os quatro dias de evento, skatistas de diferentes gerações se reuniram para sessões, competições e reencontros que marcaram mais uma edição do encontro. […]

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O Divas Skateras esteve presente como mídia parceira por mais um ano consecutivo no Vans Old Is Gold, realizado entre os dias 4 e 7 de junho, no Curitiba Skate Park.

Durante os quatro dias de evento, skatistas de diferentes gerações se reuniram para sessões, competições e reencontros que marcaram mais uma edição do encontro.

Além do alto nível dentro da pista, o evento manteve o clima de celebração que já se tornou uma das principais características do Old Is Gold.

Na categoria Feminino Master, Karina Muñoz garantiu o lugar mais alto do pódio. Confira o resultado completo:

1º lugar – Karina Muñoz (@kaoticamunoz_)
2º lugar – Juliana Moreira (@juh___moreira)
3º lugar – Jéssica Mozart (@jesskateando)

A programação feminina também contou com o tradicional Beer Fast, vencido por Pandora (@pandorask8_).

Outro momento que levou a galera ao delírio foi o já aguardado BM F1 Race, uma das atrações mais divertidas e disputadas do evento, reunindo atletas e público em uma corrida insana.

O Divas registrou histórias, encontros e personagens que mantêm viva a essência do skate. Entre elas, a skatista Débora Ribas, que participou do Vans Old Is Gold pelo segundo ano consecutivo.

Esse ano o Vans Old Is Gold foi sensacional, assim como no ano passado. Foi meu segundo ano de participação, agora com o joelho recuperado e sem precisar de cirurgia. Valeu muito a pena estar com a galera, rever velhos amigos e ser a mulher mais velha presente ali, representando as mulheres dos anos 90. Tive o grande privilégio de viver tudo isso e espero que venham mais convites assim.

Com disputas em diferentes categorias, atrações paralelas e a presença de skatistas de várias gerações, o Vans Old Is Gold 2026 voltou a reunir parte importante da história do skate brasileiro em Curitiba.

CRÉDITOS

FOTOS DE GABRIEL FRANCO “PERALTA” E ARQUIVO DIGITAL @oldisgold.fest

TEXTO DE LORENA NUNES

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Vans Old Is Gold 2026 reúne lendas do skate feminino em Curitiba https://divaskateras.com.br/blog/vans-old-is-gold-2026-skate-feminino-curitiba/02/06/2026/ Wed, 03 Jun 2026 01:49:52 +0000 https://divaskateras.com.br/?p=7186 Entre os dias 04 e 07 de junho, Curitiba recebe a 6ª edição do Vans Old Is Gold, evento que se consolidou como um dos encontros mais importantes da cena master do skate nacional. Em 2026, o campeonato acontece durante o feriado de Corpus Christi, na Curitiba Skate Park, reunindo gerações que ajudaram a construir […]

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Entre os dias 04 e 07 de junho, Curitiba recebe a 6ª edição do Vans Old Is Gold, evento que se consolidou como um dos encontros mais importantes da cena master do skate nacional. Em 2026, o campeonato acontece durante o feriado de Corpus Christi, na Curitiba Skate Park, reunindo gerações que ajudaram a construir a história do skate brasileiro.

Por mais um ano, o Divas Skateras será cobertura oficial do evento, acompanhando de perto sessões, histórias, encontros e a presença das mulheres que seguem movimentando e fortalecendo a cultura do skate.

Idealizado por Danilo do Rosário e com produção da Shimai Eventos, liderada por Carol Miura, o evento também evidencia a força da atuação feminina na produção e articulação de projetos importantes para a cena.

O Old Is Gold carrega um significado de reencontro, memória, permanência e celebração da cultura do skate. Em 2023, a 3ª edição passou a contar com a categoria feminina 35+, ampliando espaço para mulheres que ajudaram a construir o skate feminino nacional e valorizando trajetórias que seguem inspirando novas gerações dentro e fora das pistas.

O Divas Skateras conversou com algumas das referências do skate feminino que estarão presentes no rolê: Dinha Osório, Bel Nascimento, Lari Carollo e Débora Ribas. Em comum, elas carregam histórias atravessadas por resistência, construção de espaços e uma conexão profunda com o skate.

DINHA OSÓRIO

Quando você criou o ELo Skate Girls em 2002, a primeira escola de skate feminino do Brasil, imaginava que décadas depois veríamos eventos como o Vans Old Is Gold fortalecendo a presença de mulheres master no skate?

“Lá por volta dos anos 2000 o número de meninas que andavam de skate era mínimo..eram poucas as referências e então fomos abrindo as portas, incentivando meninas a começarem a andar de skate, dando suporte para um aprendizado seguro em um meio que, naquele tempo, era muito machista e preconceituoso.

Hoje fico realizada em ver várias gerações de meninas, que surgiram depois em vários cantos do Brasil e do mundo, se superando e conquistando um espaço mais que merecido. O Old Is Gold está aí para mostrar isso, além de uma grande confraternização geral do skateboarding, é uma mostra das meninas guerreiras e fortes que se superaram e estão mostrando para o que vieram… para serem poderosas e felizes andando de skate e fazendo cada uma a sua história.”

BEL NASCIMENTO

Você volta como locutora do Vans Old Is Gold pelo segundo ano consecutivo depois de uma conexão construída através do Divas Skateras. Como você enxerga a importância dessas redes entre mulheres para criar novos espaços dentro do skate?

“Acho que o Divas sempre teve a missão de ampliar espaços e mostrar para toda a nossa comunidade que, sim, existem mulheres manobrando e ocupando diversos lugares dentro do skate. Estar mais um ano ao lado de grandes nomes que pavimentaram o skate nacional é uma experiência única.

O Divas faz parte da minha caminhada e também da trajetória de muitas mulheres que estarão manobrando no evento. Com certeza, é um dos pilares para manter nossa cena viva, perpetuando essa cultura de geração em geração, algo que conseguimos ver claramente com as Mini Divas.”

LARI CAROLLO

Ano passado você viveu o Vans Old Is Gold como juíza, e agora retorna para a pista como competidora. O que significa participar do campeonato dessa vez de um lugar tão diferente, em um evento que também celebra trajetória e permanência no skate?

“O campeonato Olds Gold tem um significado muito especial para mim.

Ele acontece em Curitiba, minha cidade natal, e na pista onde comecei a andar de skate há 28 anos atrás. Voltar a participar de um evento na Curitiba Skate Park é como se fosse uma volta ao passado. Um mix de viver o presente com a nostalgia de uma época tão boa das nossas vidas.

Claro que com algumas limitações da idade. E o melhor de tudo é perceber que nunca paramos de andar de skate, realmente ele faz parte de nós e o evento conseguiu resgatar algumas pessoas que já tinham se afastado do carrinho.

Participei das duas primeiras edições competindo, na terceira edição do feminino eu estava grávida, então fui convidada para participar como juíza. Claro, não consigo ficar de fora de maneira alguma e agora este ano irei competir, sem ter treinado, sendo mãe, sem tempo para andar de skate, me recuperando ainda da gestação, parto (cesárea), amamentação, puerpério…

Mas como disse, não fico de fora de maneira alguma rs.

Por um simples motivo:

Não é um campeonato, é uma grande confraternização do que nos remete boas lembranças e nos faz sentir vivos.”

DÉBORA RIBAS

Sendo uma das pioneiras do skate feminino no Brasil e acompanhando essa cena há tantos anos em Curitiba, como é ver um campeonato como o Vans Old Is Gold acontecendo na sua cidade e reunindo o skate feminino master?

“Para mim é uma honra e uma imensa satisfação.

Curitiba nos anos 90s foi o palco de grandes etapas do circuito paranaense.

A antiga pista da Drop Dead, que hoje é a Curitiba Skate Park, representa muito para nós. Esse evento é onde nos reunimos e relembramos toda nossa trajetória e dedicação lá trás para estarmos aqui hoje.

É reunir todas as gerações sem aquela pressão, cada um tem seu estilo e tudo é uma session e união da velha geração.

Somos os precursores e deixamos nosso legado para essa nova geração que está aí com tudo.

Gratidão aos organizadores e à velha guarda que vieram antes de mim também.

Estarei lá representando todas da minha época aos 47 anos. Só tenho a agradecer.”

O Vans Old Is Gold segue mostrando que o skate ultrapassa a lógica da competição. O evento se firma como um espaço de encontro entre gerações, troca de experiências, reconhecimento de trajetórias e valorização de quem ajudou e, continua ajudando, a construir a história do skate feminino no Brasil.

LINK PARA INSCRIÇÃO

https://www.atletis.com.br/evento/vans-old-is-gold-2786?utm_source=ig&utm_medium=social&utm_content=link_in_bio

ENCONTRE SUA LENDA

@edileneozorio
@belzz__
@laricarollo
@deby_sk8

MAIS INFORMAÇÕES SOBRE O EVENTO:

@oldisgold.fest

CRÉDITOS

FOTOS DE GABRIEL PERALTA

TEXTO DE LORENA NUNES

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“STOKED, Sem Caô”: Novo lançamento da Into The Mirror https://divaskateras.com.br/blog/stoked-sem-cao-into-the-mirror-video-skate-feminino-rio/01/06/2026/ Mon, 01 Jun 2026 15:52:40 +0000 https://divaskateras.com.br/?p=7167 “STOKED, Sem Caô” é o novo lançamento da Into The Mirror. Disponibilizado no YouTube em 28 de maio, o vídeo nasce de uma trip de 10 dias no Rio de Janeiro, reunindo sessão, convivência, rua, manobras e a força de um bonde pesado em movimento. A trip reuniu nomes como Vanessa Torres, Vitória Mendonça, Átali […]

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“STOKED, Sem Caô” é o novo lançamento da Into The Mirror. Disponibilizado no YouTube em 28 de maio, o vídeo nasce de uma trip de 10 dias no Rio de Janeiro, reunindo sessão, convivência, rua, manobras e a força de um bonde pesado em movimento.

A trip reuniu nomes como Vanessa Torres, Vitória Mendonça, Átali Mendes, Karina Muñoz, Vitória Bortolo, Christine Cottam, Clara Tekid, Norma Ibarra e Lorena Fernanda, em uma imersão para respirar skate, conexão e produção de conteúdo. O resultado agora também estampa a capa da edição #09 da revista.

Uma das premieres rolou durante o Goiânia Crew Attack 2026, onde Pipa Souza e Clara compartilharam um pouco dos bastidores, inspirações e do significado por trás do projeto.

Segundo Pipa, a experiência no Rio foi marcada pela felicidade de dividir o cotidiano com um grupo forte de mulheres, andando de skate, colocando manobra no chão e fortalecendo laços. Ela destaca Vanessa Torres como uma referência máxima dentro e fora das sessões.

“É só verdade o que tem ali”, resume Pipa, ao falar sobre as skatistas vivendo o corre, puxando sessão e registrando um recorte honesto daqueles 10 dias.

O lançamento também simboliza outro movimento importante: o fortalecimento da Into The Mirror enquanto espaço editorial independente. A própria capa da nova edição nasce desse processo, incluindo a manobra que encerra o vídeo. Para Pipa, acompanhar a construção dessa campanha foi algo especialmente significativo.

Durante a conversa, Clara também reforçou como novos coletivos, revistas e iniciativas seguem movimentando a cena e fazendo surgir cada vez mais produções para acompanhar.

Segundo Pipa, a Into The Mirror surge de uma necessidade em ver mais revistas de skate feitas por mulheres. Dessa inquietação nasceu o corre, sustentado por uma rede de meninas que confiam, constroem e mantêm o movimento vivo.

No encerramento, o incentivo foi direto: registrar importa, mesmo sem experiência, mesmo começando agora.

Pipa relembrou Estefania Lima como uma das pessoas fundamentais para incentivar sua caminhada com a câmera, acolhendo imagens, processos de aprendizado e fortalecendo a continuidade do trabalho.

Porque abrir espaço também é responsabilidade compartilhada.

De pouco em pouco, mais portas se abrem.

ASSISTA “STOKED, Sem Caô”:

ECONTRE SUA SKATISTA

@vanessatorres
@vimend0nca
@atalimendes
@kaoticamunoz_
@vitoriabortolo
@christinemcottam
@claratekid
@lapir0
@lorensfernanda
@pipasouza
@_intothemirror

CRÉDITOS

FOTOS DE NORMA IBARRA

TEXTO DE LORENA NUNES

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Goiânia Crew Attack 2026 entrega três dias de puro caos gostoso no Bacião https://divaskateras.com.br/blog/goiania-crew-attack-2026/27/05/2026/ Wed, 27 May 2026 19:33:40 +0000 https://divaskateras.com.br/?p=7117 De 21 a 24 de maio, o Goiânia Crew Attack 2026 voltou a provar por que é um dos eventos mais autênticos do cenário nacional. Mais uma vez, o Divas Skateras marcou presença como mídia parceira, ao lado da Into The Mirror, acompanhando de perto três dias intensos daquele “caos gostoso” que já virou assinatura […]

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De 21 a 24 de maio, o Goiânia Crew Attack 2026 voltou a provar por que é um dos eventos mais autênticos do cenário nacional. Mais uma vez, o Divas Skateras marcou presença como mídia parceira, ao lado da Into The Mirror, acompanhando de perto três dias intensos daquele “caos gostoso” que já virou assinatura oficial do evento.

Com narração de Lorena Fernanda, Pedro Cabral e Jean Santos, o Bacião, em Goiânia, foi tomado por muito skate, energia coletiva, crews afiadas e um formato que foge do padrão tradicional das competições. Foram sexta, sábado e domingo de puro suco do skate.

O circuito veio pesado, trazendo desafios distribuídos em cinco obstáculos que exigiram criatividade, técnica e leitura rápida de linha: side stripe, escada, quarter, mesa de piquenique e rampas com bordas. Para abrir os trabalhos e aumentar ainda mais a adrenalina do fim de semana, um dia antes da competição principal ainda rolou a intensa BM F1 Race, dando largada ao rolê.

No feminino, a Four Gang dominou a edição e levou o topo do pódio:

1º FOUR GANG: @cerizzzzz, @mariasantossk8, @mari_navarroskt e @danielavitoriaskt;
2º WAFFLES QUEENS: @mariaalmeidask8, @ariadnesk8 e @clara.luaaa;
3º MONAYP CREW: @natycafissosk8oficial, @paradoxovitoriaaraujo, @rafaelamurbach e @luddylourenco.


Já no masculino, o pódio ficou com a Unleash The Beast Crew em primeiro lugar, a Wences Crew em segundo e a Bagaceira Crew em terceiro.

Além dos resultados, o evento seguiu mostrando que seu diferencial mora justamente naquilo que acontece entre uma sessão e outra: a convivência entre crews, a construção de comunidade e o fortalecimento da cena.

Outro momento marcante da edição foi a escolha dos nomes que levaram os títulos individuais do evento: Ceres Oliveira conquistou o prêmio de Monstrona do GCA 2026, enquanto Miguel Leal levou o título de Monstrão do GCA 2026.

Um dos grandes destaques do evento foi Ceres Oliveira, vinda de Fortaleza, a skatista encarou um caminho intenso até chegar a Goiânia: precisou fazer vaquinha para conseguir representar, passou por lesão, recuperação e, mesmo diante dos desafios, não só ajudou a Four Gang a conquistar o primeiro lugar, como também levou o título de individual.

O Divas Skateras conversou com Ceres sobre trajetória, conexão entre as minas e a importância de eventos que propõem novas experiências dentro do skate:

Você veio de Fortaleza, contou com uma vaquinha para conseguir representar, passou por um período difícil de lesão e recuperação e, mesmo assim, chegou ao pódio com a Four Gang e ainda levou o título de Monstrona do Goiânia Crew Attack. O que passou pela sua cabeça nesse momento? Como foi receber esse reconhecimento e sentir o carinho da galera depois de toda essa caminhada?


“O sentimento é de muita gratidão e felicidade, porque toda a correria que eu fiz pra estar ali deu super certo. Já foi incrível ganhar com a Four Gang, e receber o título de Monstrona foi algo que eu realmente não esperava. Fui na intenção de me divertir e fazer minhas manobras, então ter esse reconhecimento do evento e da galera foi muito especial. Me senti muito acolhida e abraçada por todo mundo. Foi a sensação de que todo o corre valeu a pena.”

O GCA tem uma dinâmica diferente, muito marcada pela conexão entre crews e pelo encontro entre minas de várias regiões. Como foi, pra você, viver essa troca com outras skatistas e sentir essa rede feminina do skate funcionando na prática?


“Essa troca foi muito importante pra mim. Da minha crew, eu só conhecia a Maria pessoalmente, que inclusive foi quem me chamou pra fazer parte da Four Gang. A Mari e a Daniela eu já acompanhava pela internet, já conhecia o rolê delas, mas nunca tinha encontrado pessoalmente. Então foi muito massa finalmente conhecer as meninas, andar junto e trocar experiências. Além disso, também tive a oportunidade de conhecer várias outras skatistas que eu acompanhava só pelas redes. Foi um momento muito rico de conexão, de resenha e de fortalecimento. Acho que essa é uma das partes mais bonitas do evento.”

Muitos eventos ainda seguem o formato mais clássico da competição. Na sua visão, qual a importância de iniciativas como o GCA criarem experiências diferentes dentro do skate, abrindo espaço para vivência, coletividade e novas formas das minas se expressarem no rolê?


“Eu acho muito importante, porque acaba fugindo daquele formato tradicional de competição, onde às vezes a gente fica muito focada só no resultado. No Goiânia Crew Attack, a experiência vai muito além disso. Tem a convivência, a troca de vivências, a conexão entre as minas e o fortalecimento da cena. Acho que eventos assim dão mais espaço pra gente se expressar, mostrar nosso skate do nosso jeito e criar laços que vão muito além da pista.”

Em um cenário onde muitos campeonatos seguem estruturas tradicionais, iniciativas como o GCA 2026 apostam em experiências diferentes, colocando crews, conexão e cultura no centro da pista.

E talvez seja exatamente isso que explique por que, ano após ano, o evento continua deixando sua marca: aquele caos gostoso, intenso, barulhento, coletivo e completamente apaixonante.

CONEXÕES

@lorensfernanda
@_intothemirror

CRÉDITOS

FOTOS DE PRI PERESTELO & LUCAS “BISNAGA”

TEXTO DE LORENA NUNES

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SHoF 2026 celebra Alexis Sablone e Vanessa Torres entre as homenageadas do Skateboarding Hall of Fame https://divaskateras.com.br/blog/shof-2026-alexis-sablone-vanessa-torres-skateboarding-hall-of-fame/19/05/2026/ Tue, 19 May 2026 21:10:42 +0000 https://divaskateras.com.br/?p=7092 O Skateboarding Hall of Fame and Museum é um dos espaços mais importantes da história do skate mundial. Fundado em 1997, o museu funciona como um verdadeiro arquivo vivo da cultura skateboard, preservando décadas de evolução do skate através de shapes históricos, revistas raras, vídeos clássicos, fotografias, obras de arte, equipamentos lendários e documentos que […]

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O Skateboarding Hall of Fame and Museum é um dos espaços mais importantes da história do skate mundial. Fundado em 1997, o museu funciona como um verdadeiro arquivo vivo da cultura skateboard, preservando décadas de evolução do skate através de shapes históricos, revistas raras, vídeos clássicos, fotografias, obras de arte, equipamentos lendários e documentos que ajudaram a construir a cena que conhecemos hoje.

Localizado em Simi Valley, próximo de Los Angeles, o espaço reúne aproximadamente 930 m² dedicados exclusivamente à memória do skateboarding. Além do museu, o SHoF também realiza desde 2009 sua tradicional cerimônia anual de indução ao Hall da Fama, homenagem dada a skatistas, fotógrafos, marcas, construtores de pistas, mídias e personalidades que deixaram um impacto permanente no skate mundial.

A classe de 2026 já foi oficialmente anunciada pelo SHoF e dois nomes femininos receberam um reconhecimento mais do que merecido: Alexis Sablone e Vanessa Torres agora fazem parte do seleto grupo de homenageadas da instituição.

Falar de Alexis Sablone é falar sobre uma das skatistas mais criativas e influentes da história do street skate. Com um estilo técnico extremamente singular, linhas inteligentes e uma leitura arquitetônica única dos obstáculos, Alexis construiu uma carreira que ultrapassa competições e vídeo parts.

Alexis ajudou a redefinir o olhar sobre o skate de rua feminino em uma geração inteira, inspirando meninas ao redor do mundo através de autenticidade, personalidade e skate de altíssimo nível.

Além disso, sua atuação também conecta skate, arte e arquitetura, ampliando ainda mais o impacto cultural da sua trajetória dentro e fora das ruas.

A entrada de Alexis no Hall da Fama representa o reconhecimento de uma carreira construída com originalidade e enorme contribuição para a evolução do skateboarding.

Vanessa Torres também entra para a classe de 2026 carregando uma trajetória fundamental para o crescimento do skate feminino mundial.

Vanessa foi uma das skatistas mais importantes dos anos 2000, ajudando a abrir espaço para uma nova geração de mulheres dentro do street skate competitivo e da cultura skate como um todo. Seu estilo agressivo, velocidade e consistência marcaram época em contests e vídeos que influenciaram milhares de skatistas.

A californiana também ganhou destaque em algumas das produções mais emblemáticas da história do skate feminino, como AKA: Girl Skater (2003), Getting Nowhere Faster (2004) e Quit Your Day Job (2014), vídeos que ajudaram a fortalecer a representatividade das mulheres dentro do skateboarding.

Além disso, Torres entrou para a história ao se tornar a primeira mulher a conquistar uma medalha de ouro nos X Games no skate street feminino, consolidando seu nome entre as pioneiras da modalidade. Outro marco impressionante de sua carreira foi ter se tornado profissional com apenas 14 anos de idade.

O reconhecimento do SHoF reforça a dimensão histórica da contribuição de Vanessa Torres para o skateboarding mundial.

O Divas Skateras parabeniza Alexis Sablone e Vanessa Torres por esse reconhecimento histórico.

As duas ajudaram a transformar o skate feminino mundial através de talento, personalidade, resistência e muita dedicação ao skateboarding. O legado de vocês atravessa gerações e continua inspirando meninas a ocuparem as ruas, pistas e campeonatos ao redor do mundo.

Mais do que homenagens individuais, essas induções representam uma vitória importante para a presença feminina na história do skate.

Viva a nossa teimosia!!!

ENCONTRE SUA SKATISTA:

@suminaynay

@vanessatorres

LINK DA CERIMONIA:

LINK SHOF 2026:

https://skateboardinghalloffame.org/category/shof-2026

CRÉDITOS:

FOTOS DE SHoF, Norma Ibarra, Arquivo digital Alexis Sablone

TEXTO DE LORENA NUNES

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SUMMIT W reúne mulheres do esporte e marketing em encontro na ESPM-SP https://divaskateras.com.br/blog/summit-w-marketing-esportivo-feminino-espm/13/05/2026/ Thu, 14 May 2026 03:15:54 +0000 https://divaskateras.com.br/?p=7076 No último dia 12 de maio, das 8h às 18h, aconteceu na ESPM da Vila Mariana, em São Paulo, o Summit W, primeiro encontro voltado para marketing, esporte e protagonismo feminino. O evento foi gratuito, exclusivo para convidadas e reuniu atletas, jornalistas, criadoras de conteúdo, pesquisadoras, executivas e representantes de grandes marcas para discutir o […]

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No último dia 12 de maio, das 8h às 18h, aconteceu na ESPM da Vila Mariana, em São Paulo, o Summit W, primeiro encontro voltado para marketing, esporte e protagonismo feminino. O evento foi gratuito, exclusivo para convidadas e reuniu atletas, jornalistas, criadoras de conteúdo, pesquisadoras, executivas e representantes de grandes marcas para discutir o espaço das mulheres nas narrativas esportivas.

Idealizado em parceria entre o curso de Administração da ESPM e a W Content, o Summit W propôs um dia inteiro de conversas sobre mercado, audiência, produção de conteúdo, influência, consumo e o futuro do esporte feminino. A programação contou com painéis sobre construção de marcas no esporte feminino, violência de gênero no esporte, tendências de conteúdo, influência digital, comportamento de audiência e legado da Copa Feminina de 2027.

Um dos destaques do encontro foi o painel “O jogo do consumo: escolher o que assistir também é investir”, que trouxe reflexões sobre audiência, engajamento, cobertura e o impacto do consumo no fortalecimento do esporte feminino. A conversa reforçou como acompanhar, compartilhar e consumir modalidades femininas também é uma forma de movimentar o mercado e ampliar oportunidades para atletas e projetos independentes.

O manifesto do evento também deixou claro o posicionamento do Summit W: discutir o esporte feminino para além da inclusão, olhando para potência, estratégia e construção de narrativa. “Não queremos apenas o minuto de silêncio; queremos o barulho da torcida”, destacou um dos trechos apresentados durante o encontro.

Representando o Divas Skateras, Lari Pinna participou de uma das conversas realizadas ao longo do dia, acompanhando de perto os debates sobre comunicação, posicionamento de marca e presença feminina no esporte. A participação reforça a importância de veículos independentes elaborados e conduzidos por mulheres que vivem e compreendem sobre o assunto para a construção e fortalecimento desta cena feita por mulher e para todos os públicos.

O Summit W mostrou como diferentes áreas, do marketing ao jornalismo, das marcas às atletas vêm se conectando para construir novas formas de visibilidade no esporte feminino. O encontro apontou para movimentos que já estão transformando o mercado e ampliando espaços de protagonismo para mulheres em diversas modalidades.

CONEXÕES

@fotografanat

@laripinna

CRÉDITOS

FOTOS DE NATALIE VENÂNCIO

TEXTO DE LORENA NUNES

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Make Like a Woman transforma a Cavepool em encontro de skate, arte, música e conexões femininas https://divaskateras.com.br/blog/make-like-a-woman-transforma-a-cavepool-em-encontro-de-skate-arte-musica-e-conexoes-femininas/11/05/2026/ Tue, 12 May 2026 02:44:53 +0000 https://divaskateras.com.br/?p=7050 Na última sexta-feira (09/05), a Cavepool foi palco de mais uma edição do Make Like a Woman, idealizado e realizado por Nick Batista. O evento reuniu skate, música, talks, tattoo, exposições e ativações criativas em uma noite marcada por troca, coletividade e fortalecimento da cena feminina. Desde o início da programação, já era possível sentir […]

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Na última sexta-feira (09/05), a Cavepool foi palco de mais uma edição do Make Like a Woman, idealizado e realizado por Nick Batista. O evento reuniu skate, música, talks, tattoo, exposições e ativações criativas em uma noite marcada por troca, coletividade e fortalecimento da cena feminina.

Desde o início da programação, já era possível sentir a energia do encontro. A aula de skate com Bia D’arc abriu os trabalhos colocando várias meninas na pista e criando um ambiente leve, acolhedor e acessível para quem queria viver a experiência do skate pela primeira vez ou simplesmente colar no rolê e se conectar com a cena.

Outro destaque foi o Ring of Skate da Monster, uma ativação pensada justamente para ser divertida e inclusiva. Não precisava saber andar de skate, bastava querer participar. E talvez essa tenha sido uma das maiores forças do evento: criar diferentes possibilidades de participação para que todas pudessem se sentir parte do Make Like a Woman.

Enquanto a pista seguia movimentada, o público também circulava pelas exposições, ativações artísticas e espaços de troca espalhados pela Cavepool. A oficina de xilogravura com Agatha Alencar trouxe ainda mais identidade ao encontro, conectando arte manual, expressão e cultura urbana dentro do mesmo ambiente.

Nos talks, a conversa ganhou profundidade em um bate-papo conduzido por Lu Nascimento, ao lado das convidadas Luana Cheni (psicóloga), Luara Ribas (social media) e Gabriela Guedes (gerente de marketing digital). O encontro levantou discussões necessárias sobre vivências femininas, um daqueles momentos que reforçam que o skate também é espaço de escuta, acolhimento e construção coletiva.

Na pista, o clima ficou ainda mais intenso com o Cash For Tricks da Vans e a ativação de maior grind da Oakley, movimentando a sessão e incentivando as minas a ocuparem cada vez mais os obstáculos, cada uma no seu estilo e no seu tempo.

E como surpresa da noite, rolou ainda uma pré-première inédita apresentada por Pipa Souza, exibindo um novo vídeo da Into The Mirror e deixando o público em clima de expectativa para o lançamento oficial. A ação também reforçou uma proposta importante do Make Like a Woman: incentivar meninas a produzirem e lançarem suas próprias vídeo partes, ampliando a presença feminina no audiovisual do skate e fortalecendo novas narrativas dentro da cena.

Além de abrir espaço para novas produções, o evento também buscou incentivar mais meninas a registrarem suas sessões, contarem suas próprias histórias e ocuparem o audiovisual como forma de expressão, documentação e fortalecimento da cultura skate feita por mulheres.

A noite contou ainda com o apoio e participação de Bella Louro, que contribuiu na locução e também como jurada das ativações, fortalecendo ainda mais a conexão coletiva construída durante o evento.

O Make Like a Woman mostrou a potência de encontros criados por mulheres e para mulheres dentro da cultura skate. Um espaço onde skate, arte, música e conversa caminham juntos, fortalecendo a cena de forma verdadeira, inclusiva e independente.

A cobertura do evento pelo Divas Skateras contou com a presença de Thainá Nascimento e Amanda Nogueira, representando o coletivo durante toda a programação e acompanhando de perto os encontros, ativações e conexões construídas no evento.

MAKE LIKE WOMAN É APRESENTADO POR:

@monsterenergy

MAKE LIKE WOMAN É PATROCINADO POR:

@vansbrasil

@oakleybr

MAKE LIKE WOMAN É APOIADO POR:

@mambawater

CONTATOS E PARTICIPAÇÕES:

@nickbatiista

@bia_darc

@agatha_skate

@psicolunascimento

@mundodalua_store

@luararibas

@eladeguedes

@pipasouza

@bellahlouro

@thai.nas

@amandices

CRÉDITOS

FOTOS E COBERTURA DE THAINÁ NASCIMENTO E AMANDA NOGUEIRA

TEXTO DE LORENA NUNES

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Carla Karolina: documentário retrata trajetória de resistência em Maceió https://divaskateras.com.br/blog/carla-karolina-skate-resistencia-transformacao/06/05/2026/ Thu, 07 May 2026 03:08:27 +0000 https://divaskateras.com.br/?p=7035 No skate, nem toda manobra começa na pista. Algumas começam muito antes, dentro de casa, na rua e no enfrentamento diário contra estruturas que tentam limitar sonhos. É esse o ponto de partida de “É Isso Que Eu Quero: A História de Carla Karolina”, documentário lançado pela Black Media Skate que acompanha a trajetória da […]

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No skate, nem toda manobra começa na pista. Algumas começam muito antes, dentro de casa, na rua e no enfrentamento diário contra estruturas que tentam limitar sonhos. É esse o ponto de partida de “É Isso Que Eu Quero: A História de Carla Karolina”, documentário lançado pela Black Media Skate que acompanha a trajetória da skatista alagoana Carla Karolina, conhecida como Karol.

Ambientado no bairro Vergel do Lago, em Maceió, o filme apresenta uma narrativa que vai além do skate. O documentário mergulha na realidade de uma jovem que encontrou no shape uma possibilidade concreta de mudança de vida, enfrentando barreiras sociais, culturais e estruturais para construir seu espaço dentro da cena.

E essa trajetória segue sendo escrita em alto nível. No último sábado (02), Carla Karolina conquistou o título da primeira etapa do Circuito Brasileiro de Skateboarding Pro 2026, realizada na Marina Skatepark, vencendo o Niterói Skate Pro 2026 e consolidando seu nome entre os principais destaques do skate nacional. A vitória reforça o peso da história retratada no documentário e mostra que a resistência narrada no filme se traduz também em resultado dentro das pistas.

Mas a força da história de Karol não anda sozinha. Ao lado do pai, Bob, a skatista constrói uma relação onde afeto, apoio e resistência caminham juntos. O documentário mostra como a base familiar pode ser decisiva no fortalecimento de trajetórias que muitas vezes nascem em territórios atravessados pela falta de acesso, invisibilidade e desigualdade.

Em um cenário onde mulheres, principalmente mulheres periféricas, ainda precisam disputar reconhecimento dentro e fora das pistas, a história de Carla Karolina reforça algo essencial: ocupar espaços também é uma forma de manobra.

Produzido com recursos da Lei Paulo Gustavo e operacionalizado pela Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa de Maceió, o filme dirigido por Kamyla Ariely e Bryan Leite amplia esse debate ao registrar o skate como linguagem de pertencimento, autonomia e futuro.

É Isso Que Eu Quero documenta um movimento que cresce silenciosamente nas bordas: o de meninas que transformam o skate em ferramenta de identidade, liberdade e permanência.

Porque, no fim, o skate também é isso: insistir até acertar, na pista e na vida.

Por trás das sessões, das quedas e das conquistas, existe uma trajetória construída com escolhas difíceis, persistência e muito corre. Em É Isso Que Eu Quero, Carla Karolina abre parte dessa caminhada e mostra como o skate atravessa sua vida para além da pista.

Agora, com um título importante no circuito profissional e uma trajetória que inspira dentro e fora das pistas, sua história ganha ainda mais força.

Para aprofundar essa caminhada e entender os desafios, os aprendizados e o que move Karol dentro do skate, conversamos com a skatista sobre sua trajetória, sua relação com a família e o impacto de representar outras meninas que sonham ocupar esse mesmo espaço.

O título do documentário é “É Isso Que Eu Quero”. Em qual momento da sua trajetória você teve certeza de que o skate era exatamente esse caminho que queria seguir?

“Eu tive certeza de que o skate era o que eu queria quando percebi que, mesmo com todas as dificuldades, eu continuava voltando pra pista. Não era só sobre andar, era sobre me sentir viva, livre e forte. O skate virou minha forma de existir no mundo, independente de qualquer obstáculo.”

A relação com seu pai, Bob, aparece como uma base importante na sua caminhada. Como esse apoio influenciou sua permanência no skate, principalmente nos momentos mais difíceis?

“O apoio do meu pai e da minha família foi fundamental em tudo. Nos momentos mais difíceis, quando parecia que ia dar tudo errado, era eles que me lembrava do porquê eu comecei. Ter alguém que acredita em você de verdade faz toda diferença, porque quando a gente duvida, essa pessoa sustenta a nossa força.”

Sua história carrega questões de território, resistência e representatividade. Hoje, olhando para sua trajetória, o que você quer que outras meninas da periferia enxerguem quando veem você andando de skate?

“Eu quero que outras meninas olhem pra mim e entendam que elas também podem. Que não importa de onde vêm ou o que enfrentam, existe espaço pra elas no skate e onde mais quiserem estar. Minha história é sobre resistência, mas também sobre possibilidade.”

LINK PARA O DOCUMENTÁRIO

ENCONTRE SUA SKATISTA

@carla.karolinaskt

CRÉDITOS

FOTOS DE ARQUIVO PESSOAL CARLA KAROLINA

TEXTO DE LORENA NUNES

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