Divas Skateras https://divaskateras.com.br/ Plataforma de skate feminino desde 2006 Fri, 04 Sep 2026 20:27:33 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1 https://divaskateras.com.br/wp-content/uploads/2023/06/cropped-DIVAS-ICONE-REDONDO_PRETO-32x32.png Divas Skateras https://divaskateras.com.br/ 32 32 Divas Skateras é mídia parceira do Pro Tour STU Brasília https://divaskateras.com.br/blog/pro-tour-stu-brasilia-divas-skateras/04/09/2026/ Fri, 04 Sep 2026 20:27:33 +0000 https://divaskateras.com.br/?p=7508 O Divas Skateras será mídia parceira do Pro Tour STU 2026 em Brasília. Nos dias 5 e 6 de setembro, vamos acompanhar de perto a etapa que reúne grandes nomes do skate para as disputas de Vert e também para o Best Trick feminino e masculino. A programação começa antes das disputas. Nesta sexta-feira (4), […]

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O Divas Skateras será mídia parceira do Pro Tour STU 2026 em Brasília. Nos dias 5 e 6 de setembro, vamos acompanhar de perto a etapa que reúne grandes nomes do skate para as disputas de Vert e também para o Best Trick feminino e masculino.

A programação começa antes das disputas. Nesta sexta-feira (4), os atletas participam do credenciamento e dos treinos de Vert. No sábado (5), acontecem os treinos oficiais, a primeira fase do Vert e o Best Trick Vert. No domingo (6), serão realizadas a semifinal e a final do Vert, além do Best Trick Street feminino e masculino.

A competição de Vert terá 12 skatistas, divididos em duas baterias na primeira fase. Cada atleta terá duas voltas de até 30 segundos, e a melhor nota será considerada. O primeiro colocado de cada bateria avança direto para a final. Do segundo ao quinto lugar, os skatistas seguem para a semifinal.

Na semifinal, oito atletas competem em uma única bateria. Cada um terá três voltas de até 30 segundos. Os seis melhores avançam para a final e se juntam aos dois atletas que já garantiram a vaga na primeira fase. Na decisão, cada finalista terá quatro voltas, e a melhor nota será usada para definir a classificação.

Entre os brasileiros confirmados estão Gui Khury, Luigi Cini, Rony Gomes, Vinícius Kothe, Gustavo Fujikawa e Diego Takahashi. A competição também terá Shea Donavan e Collin Graham, dos Estados Unidos; Steven Pineiro, de Porto Rico; Edouard Damestoy, da França; Hampus Winberg, da Suécia; e Thomas Augusto, que representa Portugal.

Gui Khury é um dos principais nomes da disputa. O brasileiro foi campeão mundial de Vertical em Roma, em 2024, e reúne recordes importantes na modalidade. Entre eles, está o feito de ter sido o primeiro skatista a completar um 1080 em uma rampa vertical.

Luigi Cini também chega ao evento com resultados importantes. Além do Vert, o skatista compete no Park. Em 2023, conquistou a medalha de prata no Mundial de Roma. No ano seguinte, representou o Brasil nos Jogos Olímpicos de Paris e terminou a final do Park na sétima posição.

Outro nome brasileiro na competição é Rony Gomes. Campeão mundial de Vert em 2013, ele também é o idealizador do Circuito Vert Battle, criado em 2016. Rony segue atuando na modalidade e contribuindo para o crescimento do skate vertical no Brasil.

A etapa de Brasília também reúne nomes conhecidos do cenário internacional. O francês Edouard Damestoy conquistou ouro nos X Games em 2022 e 2023. Steven Pineiro, que representa Porto Rico, disputou a final do Park nos Jogos Olímpicos de Tóquio e terminou na sexta colocação.

No sábado, a primeira bateria do Vert começa às 15h30, seguida pela segunda, às 16h10. O Best Trick Vert acontece às 16h50, com premiação na sequência. No domingo, a semifinal do Vert começa às 12h40. Às 13h40, acontece o Best Trick Street, seguido pela premiação. A final do Vert está marcada para 14h30, com a premiação encerrando a programação competitiva. A retirada de ingressos para sábado e domingo é gratuita.

A parceria com o STU também amplia a atuação do Divas Skateras na cobertura do skate como um todo. O projeto nasceu com foco no fortalecimento e na visibilidade das mulheres no skate, mas ocupar outros espaços da modalidade também faz parte desse trabalho. Estar presente em grandes eventos permite ampliar essa cobertura, criar novas oportunidades e fortalecer a presença de mulheres também na comunicação esportiva.

Durante o fim de semana, o Divas estará em Brasília acompanhando o Pro Tour STU de perto, com conteúdos e informações direto do evento.

ACOMPANHE O Pro Tour STU Brasília POR:

@divaskateras

@skatetotalurbe

CRÉDITOS

FOTOS DE AMANDA NOGUEIRA E PABLO VAZ

TEXTO DE LORENA NUNES

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Capacitação abre espaço para mulheres na arbitragem do skate https://divaskateras.com.br/blog/lorena-fernanda-arbitragem-skate/31/08/2026/ Tue, 01 Sep 2026 03:00:12 +0000 https://divaskateras.com.br/?p=7485 Quem vive o skate sabe que existem muitas formas de fazer parte da modalidade. Além de andar, competir e participar de eventos, também é possível atuar em áreas técnicas que ajudam a construir e desenvolver as competições, como a arbitragem. Pensando na formação de novos profissionais para essa área, a Confederação Brasileira de Skateboarding (CBSk) […]

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Quem vive o skate sabe que existem muitas formas de fazer parte da modalidade. Além de andar, competir e participar de eventos, também é possível atuar em áreas técnicas que ajudam a construir e desenvolver as competições, como a arbitragem.

Pensando na formação de novos profissionais para essa área, a Confederação Brasileira de Skateboarding (CBSk) oferece curso de capacitação para arbitragem, com abrangência nacional. A iniciativa prepara participantes para compreender regras, critérios de julgamento e outros conhecimentos necessários para atuar em competições de skate.

Na formação mais recente, um número significativo de mulheres participou do curso, ampliando a presença feminina também em uma função fundamental para a realização das competições. Entre essas participantes está a skatista Lorena Fernanda, que decidiu dar um novo passo em sua trajetória dentro da modalidade e buscar capacitação para atuar também como juíza.

A experiência mostra que a relação com o skate pode seguir por diferentes caminhos. Quem já vivencia pistas, campeonatos e manobras possui uma relação próxima com a modalidade, mas a arbitragem exige conhecimentos específicos e um novo olhar sobre aquilo que acontece durante uma competição.

Durante a capacitação, participantes têm contato com critérios de julgamento, regras e responsabilidades que fazem parte da atuação da arbitragem. Esse conhecimento é importante para compreender como as avaliações são realizadas e quais aspectos precisam ser considerados durante cada bateria.

A realização de uma formação com alcance nacional também contribui para ampliar o número de pessoas capacitadas em diferentes regiões do país. No caso das mulheres, essa oportunidade ajuda a aumentar a presença feminina não apenas entre as competidoras, mas também entre quem participa tecnicamente da realização dos campeonatos.

Esse movimento também mostra que nem toda trajetória dentro do skate precisa seguir somente pela competição. É possível permanecer na modalidade e construir novos caminhos na arbitragem, na organização de eventos, na instrução, na locução e em outras funções importantes para o desenvolvimento da cena.

Por isso, a participação de um número expressivo de mulheres na formação oferecida pela CBSk representa mais um avanço na ocupação desses espaços. Quanto mais mulheres têm acesso à capacitação, maior é a possibilidade de encontrá-las exercendo diferentes funções dentro do skate.

Para conhecer essa experiência mais de perto, o Divas Skateras conversou com Lorena Fernanda, uma das mulheres que participaram da formação, sobre o que a motivou a buscar a arbitragem e como o curso mudou sua forma de enxergar as competições:

1 — Você já tem uma trajetória como skatista. O que despertou seu interesse em fazer o curso para atuar também como juíza?

Lorena Fernanda:Eu tô ficando velha, né? Daqui a uns dias, não aguento mais dar manobras. E eu quero continuar no meio do skate, mesmo que não seja com manobras. Eu já tinha esse interesse desde a época em que eu corria os campeonatos, para entender melhor os critérios e até mesmo trampar nessa área, já que a minha região não tem muitos juízes, juízas etc.

2 — Como foi participar da formação e o que você passou a enxergar de forma diferente sobre a arbitragem depois do curso?

Lorena Fernanda: “Foi uma experiência que me abriu a mente, porque eu via como ‘atleta’ e, agora, ver o outro lado (e fazer parte dele também), entender sobre as regras e os critérios clareou bastante a minha mente, e muita coisa começou a fazer sentido.”

3 — Para você, qual é a importância de termos mais mulheres se capacitando para atuar também na arbitragem e em outras funções dentro do skate?

Lorena Fernanda: “Eu acho que, como tudo na vida, é ocupar os nossos espaços, né?

Tem muita mina boa em várias áreas, e eu boto fé que nessa também não ficam pra trás. E, pra galerinha que corre os eventos, ver uma mulher ali de juíza com certeza dá um alívio, porque mulher sabe a dificuldade da mulher, sabe a dificuldade em realizar certas manobras etc.

E nada mais justo do que ter mulheres como juízas, locutoras, coordenadoras no evento etc.”

A participação de Lorena na formação promovida pela CBSk mostra como a capacitação pode abrir novos caminhos dentro da modalidade. Para quem já construiu uma trajetória sobre o skate, conhecer outras áreas também pode ser uma forma de continuar contribuindo com a cena e levando essa experiência para novas funções.

O Divas Skateras parabeniza Lorena Fernanda e todas as mulheres que participaram da formação por buscarem conhecimento e ampliarem sua atuação dentro do skate. Que a presença delas incentive outras mulheres de diferentes regiões do país a conhecer os cursos de capacitação, buscar novas possibilidades e ocupar cada vez mais espaços na arbitragem e em outras áreas da modalidade.

ENCONTRE SUA SKATISTA/JUÍZA:

@lorensfernanda

CRÉDITOS

Fotos de Roger TilSkater e @claratekid

Texto de Lorena Nunes

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Quem disse que existe idade para começar no skate? https://divaskateras.com.br/blog/idade-para-comecar-no-skate/23/08/2026/ Sun, 23 Aug 2026 21:13:43 +0000 https://divaskateras.com.br/?p=7461 O skate costuma ser associado a quem começa cedo, ainda na infância ou na adolescência. Mas, na prática, muita gente descobre essa paixão em outros momentos da vida. Foi justamente esse assunto que surgiu em uma conversa no grupo do Divas Skateras no WhatsApp. Entre relatos e experiências, algumas integrantes compartilharam quando começaram a andar […]

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O skate costuma ser associado a quem começa cedo, ainda na infância ou na adolescência. Mas, na prática, muita gente descobre essa paixão em outros momentos da vida.

Foi justamente esse assunto que surgiu em uma conversa no grupo do Divas Skateras no WhatsApp. Entre relatos e experiências, algumas integrantes compartilharam quando começaram a andar de skate e como foi descobrir essa prática em uma fase mais madura da vida.

A conversa acabou virando um espaço para compartilhar trajetórias, inseguranças e também aquela sensação boa de perceber que nunca é tarde demais para começar algo que você sempre teve vontade de fazer.

Quando falamos de skate, muitas vezes ainda existe a ideia de que é preciso começar cedo para realmente fazer parte da cena. Mas skate não é só competição, alto rendimento ou aprender manobras cada vez mais difíceis. É também diversão, liberdade, amizade, desafio pessoal e a experiência de evoluir no próprio ritmo.

Para conhecer um pouco mais dessas histórias, o Divas convidou algumas das mulheres que começaram a andar mais tarde para compartilhar suas experiências.

1 – Antes de começar a andar de skate, você já tinha vontade ou o skate apareceu na sua vida de forma inesperada?

Estefânia Silva: “O skate surgiu na minha vida quando meu filho ganhou um skate semi novo, com seus 7 anos. Não éramos ligados em skate, não tinhamos referência e então o guardamos. Alguns anos depois, na pandemia, com restrições de contato, lugares, desempoeirei o skate e comecei a incentivar meu filho a andar na pista local.

Esporadicamente íamos a pista. Ele levava jeito, mas preferia ficar fazendo parkour pela pista, do que andar em si. Sempre fui de experimentar coisas novas e resolvi subir no skate, em um desses dias que meu filho demonstrou pouco interesse e a mágica aconteceu.

Não desci mais. Fui conhecendo referências das meninas que andavam de skate em minha cidade, os meninos me ensinando a melhorar o skate e me dedicando mais constantemente a andar. Meu filho, desistiu. Foi fazer outro esporte. E eu arrumei um tempo para seguir andando.

2 – Em algum momento você sentiu que era tarde para começar? Como lidou com esse pensamento?

Stéfany Caroline: “Tive contato com o skate “tarde”, aos 19 anos, através de alguns amigos que andavam. Depois de um tempo convivendo nesse meio despertei a vontade de andar. Já tinha uns 22 anos e me questionei se isso era pra mim pq fazia faculdade, trabalhava, não via nenhuma menina andando e sentia que já estava tarde para começar. Sofri alguns preconceitos vindo de meninos, mas tiveram outros que me incentivaram.

Comecei a andar no Bancário, lá atrás, meio escondido pq tinha vergonha, na pandemia comecei a andar com uma amiga que também estava começando, a Brenda, essa foi a virada de chave, juntamos nossas inseguranças e uma ajudava a outra, foi quando evolui um pouco e criei mais confiança e fui conhecendo outras amigas que me ajudaram muito.

Nesse caminho parei de andar algumas vezes, hoje sou mãe atípica e realmente é muito difícil andar com todas as obrigações, mas quando dá eu me aventuro. Minhas amigas hoje trabalham e todas são mães e vejo uma geração que se nega a largar o skate mesmo com todas as adversidades.”

3 – O que o skate trouxe para a sua vida depois que você decidiu começar?

Gabriela Pomarino: “Liberdade. Aos 48, eu já poderia ser a vovozinha que imaginava que seria nessa idade quando criança. Em vez disso, resolvi aprender a andar de skate há uns 4 anos. Por isso liberdade: entender que a vida não precisa seguir o roteiro que escreveram para a gente.

Cada trajetória é diferente. Tem quem queira aprender apenas a remar com segurança, quem sonhe com a primeira manobra, quem encontre no skate uma nova forma de se movimentar e quem simplesmente queira sentir aquela liberdade de andar sem precisar provar nada para ninguém.

E talvez seja justamente essa uma das melhores partes do skate: não existe uma única maneira de vivê-lo.

Começar mais tarde não diminui a experiência, não torna ninguém menos skatista e muito menos significa estar atrasada. Cada pessoa chega ao skate com sua própria história, seu corpo, seus limites e seus objetivos.

A idade pode mudar a maneira como alguém aprende, se arrisca ou encara uma sessão. Mas ela não precisa ser uma barreira.

Se existe vontade de começar, comece. No seu tempo, respeitando seus limites e comemorando cada pequena evolução!

CRÉDITOS

FOTO DISPONIBILIZADA POR UMA DAS ENTREVISTADAS

TEXTO DE LORENA NUNES

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Afinal, o que é skate slalom? Conheça a modalidade com Marina Nóbrega https://divaskateras.com.br/blog/o-que-e-skate-slalom-marina-nobrega/19/08/2026/ Thu, 20 Aug 2026 00:09:55 +0000 https://divaskateras.com.br/?p=7365 Quando pensamos em skate, modalidades como street e park costumam ser as primeiras lembradas. Mas o skate é formado por diferentes estilos, e um deles é o slalom, modalidade que combina velocidade, equilíbrio, precisão e controle do skate. No skate slalom, a skatista percorre uma pista formada por cones, passando por eles de maneira alternada: […]

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Quando pensamos em skate, modalidades como street e park costumam ser as primeiras lembradas. Mas o skate é formado por diferentes estilos, e um deles é o slalom, modalidade que combina velocidade, equilíbrio, precisão e controle do skate.

No skate slalom, a skatista percorre uma pista formada por cones, passando por eles de maneira alternada: um pela direita, outro pela esquerda. O objetivo é completar o percurso no menor tempo possível, sem pular, derrubar ou deslocar os cones.

Apesar de parecer simples, o slalom exige muita técnica. Durante a prova, é preciso controlar o corpo, manter o ritmo das curvas e escolher rapidamente a melhor linha para atravessar o percurso.

As provas acontecem em uma superfície firme, geralmente plana ou inclinada. Os cones são posicionados ao longo do percurso, com distâncias que mudam de acordo com o tipo de prova.

O tempo da skatista é cronometrado do início ao fim. Quando um cone é derrubado ou retirado da marcação, uma penalidade pode ser acrescentada ao tempo final. Também existem situações que podem causar a desclassificação da volta, como pular cones ou entrar no percurso pelo lado errado.

As competições podem ser realizadas em pista única, com uma pessoa por vez, ou em pista dupla, quando duas skatistas percorrem trajetos semelhantes ao mesmo tempo. Nesse segundo formato, as atletas disputam baterias em confronto direto.

A Confederação Brasileira de Skateboarding reconhece diferentes disciplinas dentro do slalom:

Tight Slalom: possui cones mais próximos e curvas curtas, exigindo movimentos rápidos.

Straight Slalom: apresenta um percurso mais reto e regular, no qual a skatista precisa manter velocidade e ritmo entre os cones.

Hybrid Slalom: mistura trechos retos, curvas e diferentes distâncias entre os cones.

Giant Slalom: apresenta cones mais afastados, curvas mais abertas e velocidades maiores.

Super Giant Slalom: utiliza percursos mais longos, curvas amplas e velocidades ainda mais altas.

Cada formato trabalha habilidades diferentes. Em alguns, o principal desafio é fazer curvas rápidas e curtas. Em outros, a skatista precisa lidar com mais velocidade e realizar mudanças de direção maiores.

Para conhecer melhor a modalidade, o Divas Skateras conversou com Marina Nóbrega, também conhecida como Nina (@ninameconta). A skatista é 3x campeã brasileira e já representou o país em competições internacionais e utiliza seu trabalho para ampliar a visibilidade do slalom e do skate feminino.

1. Como você conheceu o skate slalom e o que mais chamou sua atenção na modalidade?

“Eu conheci o slalom através do Birinha, o cara é fera do downhill slide e estava me ensinado a andar de skate, íamos sempre no Pacaembú andar. E um certo dia, acabou me levando para andar de skate slalom em Caieiras.


Nesse dia, fiz duas coisas novas dropei da rampa pela primeira vez na vida e contornei meus primeiros cones. O que mais me chamou atenção e me fez me apaixonar pelo slalom foi como em um único dia eu consegui subir em um skate e já contornar alguns cones, isso era uma coisa muito incrível para mim. Eu tinha andado pouquíssimas vezes de skate antes disso. Então o fato de estar sobre o skatinho e conseguir fazer esse feito me fez me sentir bem. Conversando com a galera que estava andando, o pessoal do team Brazil, descobri que andavam na USP, do ladinho de casa. Depois desse dia comecei a aparecer lá e andar com eles. O skate depois disso virou meu momento de terapia onde conseguia coloca foco no presente e estar presente.”

2. Qual foi o momento mais marcante da sua trajetória no slalom e o que ele representou para você como skatista?

“Por enquanto minha vitória de terceiro lugar no Colorado. Essa foi a minha maior superação. Estávamos no momento de treino e caí faltando 5 minutos para começarmos, eu caí muito feio, tenho as marcas até hoje. Ralei os dois cotovelos as mãos e metade da coxa e ainda dei sorte. Outra competidora, a Leiola, caiu um dia antes de cara no chão no mesmo lugar. Então já sabíamos que estava perigoso o chão mais pro fim da ladeira!


Uma das competidoras me ajudou com os primeiros socorros, me enfaixei toda e competi com a adrenalina no sangue por que eu sabia que quando esfriasse todas aquelas queimaduras iam doer muito!


Nesse dia consegui pegar terceiro lugar no tight e ainda pude correr com competidoras que sempre quis correr contra. Lynn kramer e a Judi Oyama, duas mães do slalom que até hoje competem e mostram que não tem idade e nem gênero para serem atletas de alta performance!”

3. Como você enxerga a participação das mulheres no skate slalom e o que ainda precisa mudar para que a modalidade cresça no Brasil?

Hoje sou a única que compete mundialmente, a primeira a trazer medalha para nosso país e depois de mim já vieram mais 6 mulheres que praticam assiduamente o slalom no Brasil. Aos pouquinhos a gente vai aumentando essa galera.

É uma das modalidade mais antigas competitivas que existem e acho que existem poucas praticantes por nunca terem experimentado esse ventinho na cara e o carving entre os cones. Eu venho tentando fazer isso nas minhas redes sociais e no meu dia a dia. Sempre faço clínicas de slalom, levo em eventos de ladeira e hoje faço um encontro semestral chamado Aí que downhill! com outra mana a Thiz bertoni que tentamos mostrar para mulheres que no skate existe mil e uma modalidade e não tem idade pra começar. Não só o slalom com o downhill slide, speed e Surfskate que fica aí um spoiler que no nosso próximo encontro teremos as 4 modalidade para as mulheres conhecerem por meio de clínicas.

Acredito que se já fosse olímpico como o slalom na neve com certeza já teríamos mais skatistas na cena.”

O skate slalom ainda é pouco conhecido por parte do público, mas possui uma comunidade que trabalha para fortalecer as competições, formar novas atletas e apresentar a modalidade para mais pessoas.

Ao compartilhar sua trajetória, Marina também ajuda outras mulheres a conhecerem novas possibilidades dentro do skate.

O Divas Skateras agradece à Marina Nóbrega pela participação e por dividir suas experiências com o público. Sua presença contribui para ampliar o espaço do skate slalom e fortalecer a participação feminina em diferentes modalidades.

ENCONTRE SUA SKATISTA SLALOM

NINA NÓBREGA – @ninameconta

LYNN KRAMER – @lynnibob43

JUDI OYAMA – @judioyama

LEIOLA KAHAKU – @leiolask8

CRÉDITOS

FOTOS DE ARQUIVO PESSOAL DIGITAL

TEXTO DE LORENA NUNES

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Divas Skateras celebra 20 anos de história com podcast inédito https://divaskateras.com.br/blog/divas-talks-20-anos-de-teimosia/07/08/2026/ Sat, 08 Aug 2026 02:11:52 +0000 https://divaskateras.com.br/?p=7367 O Divas Skateras, uma das plataformas de skate feminino mais ativas e longevas do Brasil, lança o ‘Divas Talks: 20 Anos de Teimosia’ — um podcast comemorativo que celebra 20 anos de história, resistência e fomento ao skate feminino no país. Disponibilizado no Spotify, com cinco episódios, a série reúne skatistas, fotógrafas, narradoras, produtoras e […]

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O Divas Skateras, uma das plataformas de skate feminino mais ativas e longevas do Brasil, lança o ‘Divas Talks: 20 Anos de Teimosia’ — um podcast comemorativo que celebra 20 anos de história, resistência e fomento ao skate feminino no país. Disponibilizado no Spotify, com cinco episódios, a série reúne skatistas, fotógrafas, narradoras, produtoras e ativistas que estiveram ao lado da fundadora Estefânia Lima na construção de um projeto que mudou a cena do esporte.

Fundado em 2006 por Estefânia Lima, skatista mato-grossense, o Divas Skateras nasceu num momento em que o skate feminino brasileiro existia à margem — sem espaço na mídia, sem categorias próprias em campeonatos e sem redes de apoio entre as atletas. Em vez de esperar por visibilidade, Estefânia criou um veículo de comunicação independente dedicado a amplificar a voz e a presença das mulheres no skate.

Ao longo de duas décadas, o Divas atuou em múltiplas frentes: cobertura de eventos, produção de conteúdo digital, criação de coletivos, organização de eventos próprios e formação de uma rede que conectou gerações de skatistas brasileiras. O projeto esteve presente nos marcos mais importantes do skate feminino nacional — dos primeiros campeonatos com categorias femininas a eventos internacionais de skate.

O Divas Skateras sempre foi sobre construir pontes e dar voz a quem o mercado (e a própria comunidade do skate) insistia em invisibilizar. Celebrar esses 20 anos no podcast ao lado de mulheres que viveram cada passo dessa jornada mostra que a nossa história está viva e documentada por nós mesmas. Não somos apenas parte da história do skate brasileiro, nós ajudamos com muita teimosia a construí-la.” — Estefânia Lima, fundadora do Divas Skateras

O Divas Talks é apresentado por Estefânia e Vitória Nieto, estudante de Relações Públicas da Uerj e colaboradora do Divas Skateras. Cada episódio recebe duas convidadas e avança cronologicamente pela história do skate feminino brasileiro, usando os 20 anos do Divas Skateras como fio condutor.

A escolha pelo formato podcast reflete a própria trajetória do Divas Skateras: uma mídia independente, de baixo custo e alto alcance, que democratiza o acesso à história do skate feminino e eterniza memórias de algumas das principais personagens. 

Episódios da primeira temporada:

Episódio 1 – O skate feminino em 2006: Nascem as Divas Skateras  |  com Evelyn Leine e Lua Marinho

Episódio 2 –  Ser mulher e skatista: Ocupar espaços e resistir  |  com Tat Marques e Priscila Perestrelo

Episódio 3 – Chegamos no pódio: O início dos campeonatos femininos no Brasil  |  com Karina Paiva e Jessica Florencio

Episódio 4 – Skate feminino nas telinhas: Estar no pódio e não ser vista  |  com Pipa Souza e Bel Nascimento

Episódio 5 – O skate feminino em 2026: Ainda estamos aqui  |  com Jacque Damasceno e Lari Pinna

O Brasil é hoje uma das maiores potências do skate feminino mundial. Rayssa Leal, Pâmela Rosa e Letícia Bufoni são nomes reconhecidos globalmente. Mas essa visibilidade não surgiu do nada. Até aqui, os avanços no skate feminino aconteceram graças ao esforço de mulheres que acreditaram que era possível construir um esporte mais democrático, inclusivo e igualitário. 

O Divas Skateras foi um desses agentes. Enquanto as mídias especializadas tratavam o skate feminino como “nota de rodapé”, o Divas documentava, publicava e distribuía conteúdo sobre as mulheres skatistas que estavam fazendo história. Em 2006, isso era fazer comunicação independente muito antes de o termo virar tendência.

O Divas Talks é, portanto, além de um podcast comemorativo, um registro histórico e uma afirmação de que a memória do skate feminino brasileiro pertence às mulheres que a construíram.

Eu sou uma grande admiradora da trajetória da Estefânia e do Divas Skateras. Quando soube que o projeto completa 20 anos em 2026, logo pensei que precisávamos contar essa história. É preciso que todos saibam da relevância do Divas para a cena do skate feminino, e o podcast nasce dessa urgência: dar voz às mulheres que construíram esse legado antes que suas memórias se perdessem. Esse registro é importantíssimo.” — Vitória Nieto, idealizadora e apresentadora do Divas Talks

Ouça ‘Divas Talks: 20 Anos de Teimosia’ agora mesmo no Spotify:

Sobre a produção:

O Divas Talks é um projeto acadêmico desenvolvido por Vitória Nieto como Trabalho de Conclusão de Curso em Relações Públicas pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), em parceria com o Divas Skateras. O podcast é apresentado, roteirizado e editado por Vitória Nieto, apresentado e produzido por Estefânia Lima, e ilustrado por Sofia Kruger.

CRÉDITOS

Texto de Vitória Nieto

Arte de Sofia Kruger

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Feminicídio e violência contra mulheres: o skate lembra Giselle Alves e Veronica Lopez https://divaskateras.com.br/blog/feminicidio-skate-giselle-alves-veronica-lopez/27/07/2026/ Mon, 27 Jul 2026 19:27:06 +0000 https://divaskateras.com.br/?p=7343 Falar sobre skate feminino também é falar sobre a vida e a segurança das mulheres que constroem essa cultura. Nos últimos anos, o Brasil tem registrado um aumento preocupante nos casos de feminicídio. As mortes violentas das skatistas Giselle Alves, assassinada em Paraty, no Brasil, em dezembro de 2015, em um caso que permanece sem […]

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Falar sobre skate feminino também é falar sobre a vida e a segurança das mulheres que constroem essa cultura.

Nos últimos anos, o Brasil tem registrado um aumento preocupante nos casos de feminicídio. As mortes violentas das skatistas Giselle Alves, assassinada em Paraty, no Brasil, em dezembro de 2015, em um caso que permanece sem solução, e Veronica Lopez, nos Estados Unidos, mostram que a violência contra as mulheres também atravessa a comunidade do skate.

Foto oriunda de blog digital

Cada um dos casos possui sua própria investigação e classificação jurídica. Ainda assim, suas histórias reforçam uma realidade urgente: mulheres continuam sendo ameaçadas, agredidas e mortas em contextos marcados pelo controle, pela violência sexual, pela desigualdade de gênero e por relações abusivas.

Em 2025, o Brasil registrou 1.568 vítimas de feminicídio, o maior número da série histórica apresentada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, iniciada em 2015. O resultado representa um crescimento de 4,7% em relação a 2024 e de 14,5% nos últimos cinco anos.

Parte do crescimento observado ao longo da última década está relacionada à melhora na identificação e no registro dos crimes pelas autoridades. Porém, segundo o Fórum, o aumento recente não pode ser explicado apenas pela mudança na forma de registrar os casos. Outros tipos de violência contra as mulheres, como ameaça, perseguição, violência psicológica, agressão e tentativa de feminicídio, também vêm aumentando.

Os números deixam claro que o feminicídio não é um acontecimento isolado. Na maioria das vezes, ele representa o ponto final de uma sequência de ameaças, controle, agressões e tentativas de impedir que uma mulher tenha autonomia sobre a própria vida.

Às famílias, amigas e amigos de Giselle Alves e Veronica Lopez, deixamos nossa solidariedade.

Que seus nomes não sejam reduzidos aos crimes que interromperam suas vidas.

Giselle e Veronica foram skatistas, filhas, amigas e mulheres com histórias, sonhos e caminhos próprios. Elas fizeram parte da cultura do skate e deixaram marcas que permanecem nas pessoas que dividiram pistas, sessões e momentos com elas.

O skate precisa ser um espaço de liberdade, acolhimento e segurança. Não podemos ignorar a violência quando ela acontece dentro ou fora das pistas.

Por Giselle, por Veronica e por todas as mulheres vítimas da violência de gênero: memória, proteção e justiça.

ESTÁ PRECISANDO DE AJUDA?

Você não precisa enfrentar uma situação de violência sozinha. Pessoas próximas também podem denunciar e buscar orientação.

Ligue 180 – Central de Atendimento à Mulher

O serviço é gratuito e funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana. O canal oferece acolhimento, orientação sobre direitos, registra denúncias e informa onde encontrar Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher, Casas da Mulher Brasileira, centros de referência e outros serviços.

WhatsApp do Ligue 180: (61) 9610-0180

Em caso de perigo imediato, ligue 190 e acione a Polícia Militar.

Caso a vítima esteja ferida, também é possível acionar o Samu pelo 192 ou o Corpo de Bombeiros pelo 193. Outra opção é procurar uma Delegacia da Mulher ou a delegacia mais próxima.

Não espere a violência chegar ao extremo. Procure uma pessoa de confiança, preserve provas de ameaças e agressões quando isso puder ser feito com segurança e busque atendimento especializado.

CRÉDITOS

TEXTO DE LORENA NUNES

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“Tempo”: Assista à primeira vídeo parte de Viviane Orlando https://divaskateras.com.br/blog/viviane-orlando-tempo-video-parte/23/07/2026/ Thu, 23 Jul 2026 22:39:48 +0000 https://divaskateras.com.br/?p=7326 Viviane Orlando apresenta “Tempo”, sua vídeo parte divulgada pela Black Media. O projeto foi produzido ao lado do marido, responsável pelas filmagens, durante sessões realizadas nos finais de semana. A produção foi atravessada por uma lesão, que interrompeu parte das gravações e exigiu nove meses de recuperação. Mesmo com algumas manobras ficando de fora, Viviane […]

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Viviane Orlando apresenta “Tempo”, sua vídeo parte divulgada pela Black Media. O projeto foi produzido ao lado do marido, responsável pelas filmagens, durante sessões realizadas nos finais de semana.

A produção foi atravessada por uma lesão, que interrompeu parte das gravações e exigiu nove meses de recuperação. Mesmo com algumas manobras ficando de fora, Viviane finalizou o projeto e transformou esse processo em parte da história de “Tempo”.

O Divas Skateras conversou com Viviane sobre sua relação com o skate depois da lesão, o significado do nome da vídeo parte e seus próximos planos. Confira a entrevista:

O que mudou na sua relação com o skate depois da lesão e do período de recuperação?

“Muitos novos pensamentos e outros objetivos mudaram. Acredito que hoje eu tenho um skate/pensamento mais maduro, do tipo: skate é isso, vai ter lesão, vai ter dia bom e dia ruim, mas skatista de verdade sabe que o que mais prevalece é o amor e os sentimentos bons que sentimos quando estamos em cima do carrinho, da sessão de skate com os amigos, dando risada, filmando nos picos a que temos vontade de ir. A relação continua a mesma, jamais irei deixar de manobrar; só ficou ainda mais claro o quanto eu amo fazer isso.”

Depois do lançamento de “Tempo”, quais são seus próximos planos e o que você ainda deseja construir no skate?

“O lançamento da part foi um desafio e um sonho realizado. Todos sabem que fazer uma part não é fácil, ainda mais quando se trabalha. Foi uma part independente: eu e meu marido que fizemos, ele que me filmou. Saíamos para a rua nos finais de semana e demos o nosso suor, foi foda! Eu fiquei extremamente feliz de ter soltado minha primeira part. Aliás, faltaram algumas tricks pois me lesionei e precisei dar tempo ao tempo… Mas agora, após 9 meses de recuperação, já estou de volta e com planos de fazer outras — incluindo uma como o meu retorno após a lesão, sabe? Meus planos são esses: continuar manobrando, filmando e fazendo o que a gente gosta!”

O que o nome “Tempo” representa para você e como influenciou a construção da vídeo parte?

“O nome ‘Tempo’ representa que nem tudo vai sair como planejado, nem tudo vai ser no tempo que desejamos e nem tudo é ruim. Dê tempo ao tempo e faça o melhor que puder.”

O Divas Skateras agradece a Viviane Orlando pela entrevista e por compartilhar sua experiência, seus pensamentos e seus próximos passos no skate.

Viviane Orlando – Tempo – Vídeo Parte:

CRÉDITOS

FOTOS DE ARQUIVO DIGITAL – VIVIANE ORLANDO

TEXTO DE LORENA NUNES

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Maria Lúcia e Dora Varella brilham no STU National Cuiabá 2026 https://divaskateras.com.br/blog/stu-national-cuiaba-2026-maria-lucia-dora-varella/30/06/2026/ Tue, 30 Jun 2026 22:59:21 +0000 https://divaskateras.com.br/?p=7255 O STU National Cuiabá 2026 movimentou a capital mato-grossense entre os dias 26 e 28 de junho, reunindo alguns dos principais nomes do skate brasileiro nas modalidades Street e Park. O Divas Skateras, mídia parceira oficial do evento, esteve presente durante toda a programação, acompanhando de perto as disputas, os treinos e toda a energia […]

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O STU National Cuiabá 2026 movimentou a capital mato-grossense entre os dias 26 e 28 de junho, reunindo alguns dos principais nomes do skate brasileiro nas modalidades Street e Park. O Divas Skateras, mídia parceira oficial do evento, esteve presente durante toda a programação, acompanhando de perto as disputas, os treinos e toda a energia que tomou conta da pista.

A realização da etapa também contou com o apoio da Federação Mato-Grossense de Skateboard – FMTSK, que atuou no fortalecimento do skate local e na construção de mais uma edição do STU na capital mato-grossense.

O fim de semana foi marcado por mudanças no clima. Entre momentos de temperaturas abaixo do esperado, a grande final confirmou a fama da cidade. A tradicional “Cuiabrasa” apareceu justamente no último dia de competição, proporcionando o calor intenso característico de Cuiabá para decidir os campeões da etapa.

Na decisão do Street Feminino, a skatista Maria Lúcia garantiu a primeira colocação, seguida por Bia Godoi e Isabelly Ávila.

Já no Park Feminino, Dora Varella voltou a mostrar sua experiência e domínio da modalidade para conquistar o título da etapa de Cuiabá, seguida por Fernanda Galdino e Manu Tomitake.

Encerrando o fim de semana, o Divas Skateras promoveu, em parceria com a Red Bull, um Cash for Tricks que reuniu atletas do STU National e skatistas locais em uma sessão aberta repleta de manobras e celebração.


Ao todo, foram distribuídos R$ 2.000 em dinheiro, incentivando novas tentativas, criatividade e muita interação entre competidoras profissionais e a cena local. A ação reforçou um dos principais objetivos do Divas Skateras: criar oportunidades para que mais mulheres ocupem as pistas e também atuem profissionalmente em grandes eventos, seja na produção, comunicação, fotografia, arbitragem ou em outras áreas que fortalecem a presença feminina no skate.

Receber uma etapa do STU National em Cuiabá representa um momento importante para o desenvolvimento do skate na região. É uma satisfação ver um evento desse porte acontecer na casa das Divas, fortalecendo a cena local e incentivando cada vez mais a participação feminina no esporte.

A presença de grandes atletas nacionais, aliada à participação das skatistas locais em ações como o Cash for Tricks, contribui diretamente para o fortalecimento da cena feminina, inspira novas gerações e amplia as oportunidades para quem está começando no skate.

Que esta seja apenas mais uma das muitas edições que continuarão impulsionando o skate feminino em Mato Grosso.

CRÉDITOS

FOTOS DE STU NATIONAL

TEXTO DE LORENA NUNES

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STU desembarca em Cuiabá e fortalece a programação do Go Skate Day 2026 https://divaskateras.com.br/blog/stu-national-cuiaba-2026/19/06/2026/ Sat, 20 Jun 2026 00:17:49 +0000 https://divaskateras.com.br/?p=7219 O Skate Total Urbe (STU) é a maior plataforma de skate e cultura urbana do Brasil. Pela primeira vez, Cuiabá sedia uma etapa do circuito STU National, inserindo a capital mato-grossense no mapa das grandes competições do país, entre os dias 26 e 28 de junho. O palco do evento será o novo complexo de […]

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O Skate Total Urbe (STU) é a maior plataforma de skate e cultura urbana do Brasil. Pela primeira vez, Cuiabá sedia uma etapa do circuito STU National, inserindo a capital mato-grossense no mapa das grandes competições do país, entre os dias 26 e 28 de junho. O palco do evento será o novo complexo de pistas no Parque Novo Mato Grosso, com mais de 13 mil m2 de área construída.

Grandes nomes do skate feminino brasileiro estão mais do que confirmados. Preparem-se para ver de perto gigantes como Dora Varella, Isa Pacheco e Yndiara Asp no Park, além de Pâmela Rosa, Maria Almeida e Maria Lucia quebrando tudo no Street. Veja a lista completa abaixo:

Skate Park Fem

Yndiara Asp

Alice Nassif

Dora Varella

Erica Leguizamon

Fernanda Galdino

Isa Pacheco

Lua Vicente

Manuela Tomitake

Marina X Lima

Sofia Godoy

Skate Street Fem

Rafaela Murbach

Ariadne Souza

Bia Godoy

Carla Karolina

Duda Ribeiro

Isabelly Avila

Manuella Moretti

Maria Almeida

Maria Lucia

Pamela Rosa

Já no masculino, o público verá de perto grandes nomes que representam o Brasil no topo do ranking mundial, como Augusto Akio (Park) e Sebastian Simonetto (Street). A torcida da casa terá um motivo ainda maior para vibrar: o skatista Izael Miranda está confirmado e vai representar Mato Grosso na disputa do Street. O evento também celebrará o alto nível do Paraskate Park, trazendo referências nacionais da modalidade como Italo Romano e Vini Sardi.

E a galera poderá curtir o STU Day, praça de alimentação, feira URB e diversas outras ativações. Os ingressos são gratuitos e já podem ser retirados antecipadamente na Zig Tickets. A entrada será validada mediante QR Code e doação de 1kg de alimento não perecível. Venha conosco para mais um momento histórico do skate mato-grossense!

Divas Skateras é mídia parceira oficial

A etapa ganha um sabor ainda mais especial por acontecer na nossa casa! É com muito orgulho que anunciamos que o Divas Skateras é mídia parceira oficial do STU Cuiabá. Preparem-se, porque vamos trazer cada detalhe, bastidor e manobra pesada direto do front!

Cuiabá recebe esquenta do STU no Go Skate Day 2026

A programação local contará com um esquenta especial do STU durante o Go Skate Day Cuiabá 2026. A grande atração do encontro será o Cash for Tricks, dinâmica que promete agitar a pista premiando as manobras mais impressionantes em dinheiro.  Realizado pela Federação Mato-Grossense de Skate, o evento acontece neste domingo, dia mundial do skateboard (21), a partir das 16h, na Arena Pantanal, reunindo a comunidade em uma grande celebração que antecipa o clima de um dos principais campeonatos do país.

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SEMI-FINAIS

FINAIS

Créditos

Texto: Lorena Nunes
Revisão: Estefania Lima
Fotos: Arquivo Digital STU e Divas Skateras

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Karina Muñoz conquista o Feminino Master do Vans Old Is Gold 2026 https://divaskateras.com.br/blog/karina-munoz-feminino-master-vans-old-is-gold-2026/15/06/2026/ Tue, 16 Jun 2026 00:24:21 +0000 https://divaskateras.com.br/?p=7198 O Divas Skateras esteve presente como mídia parceira por mais um ano consecutivo no Vans Old Is Gold, realizado entre os dias 4 e 7 de junho, no Curitiba Skate Park. Durante os quatro dias de evento, skatistas de diferentes gerações se reuniram para sessões, competições e reencontros que marcaram mais uma edição do encontro. […]

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O Divas Skateras esteve presente como mídia parceira por mais um ano consecutivo no Vans Old Is Gold, realizado entre os dias 4 e 7 de junho, no Curitiba Skate Park.

Durante os quatro dias de evento, skatistas de diferentes gerações se reuniram para sessões, competições e reencontros que marcaram mais uma edição do encontro.

Além do alto nível dentro da pista, o evento manteve o clima de celebração que já se tornou uma das principais características do Old Is Gold.

Na categoria Feminino Master, Karina Muñoz garantiu o lugar mais alto do pódio. Confira o resultado completo:

1º lugar – Karina Muñoz (@kaoticamunoz_)
2º lugar – Juliana Moreira (@juh___moreira)
3º lugar – Jéssica Mozart (@jesskateando)

A programação feminina também contou com o tradicional Beer Fast, vencido por Pandora (@pandorask8_).

Outro momento que levou a galera ao delírio foi o já aguardado BM F1 Race, uma das atrações mais divertidas e disputadas do evento, reunindo atletas e público em uma corrida insana.

O Divas registrou histórias, encontros e personagens que mantêm viva a essência do skate. Entre elas, a skatista Débora Ribas, que participou do Vans Old Is Gold pelo segundo ano consecutivo.

Esse ano o Vans Old Is Gold foi sensacional, assim como no ano passado. Foi meu segundo ano de participação, agora com o joelho recuperado e sem precisar de cirurgia. Valeu muito a pena estar com a galera, rever velhos amigos e ser a mulher mais velha presente ali, representando as mulheres dos anos 90. Tive o grande privilégio de viver tudo isso e espero que venham mais convites assim.

Com disputas em diferentes categorias, atrações paralelas e a presença de skatistas de várias gerações, o Vans Old Is Gold 2026 voltou a reunir parte importante da história do skate brasileiro em Curitiba.

CRÉDITOS

FOTOS DE GABRIEL FRANCO “PERALTA” E ARQUIVO DIGITAL @oldisgold.fest

TEXTO DE LORENA NUNES

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