Divas Skateras https://divaskateras.com.br/ Plataforma de skate feminino desde 2006 Wed, 03 Jun 2026 01:49:53 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 https://divaskateras.com.br/wp-content/uploads/2023/06/cropped-DIVAS-ICONE-REDONDO_PRETO-32x32.png Divas Skateras https://divaskateras.com.br/ 32 32 Vans Old Is Gold 2026 reúne lendas do skate feminino em Curitiba https://divaskateras.com.br/blog/vans-old-is-gold-2026-skate-feminino-curitiba/02/06/2026/ Wed, 03 Jun 2026 01:49:52 +0000 https://divaskateras.com.br/?p=7186 Entre os dias 04 e 07 de junho, Curitiba recebe a 6ª edição do Vans Old Is Gold, evento que se consolidou como um dos encontros mais importantes da cena master do skate nacional. Em 2026, o campeonato acontece durante o feriado de Corpus Christi, na Curitiba Skate Park, reunindo gerações que ajudaram a construir […]

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Entre os dias 04 e 07 de junho, Curitiba recebe a 6ª edição do Vans Old Is Gold, evento que se consolidou como um dos encontros mais importantes da cena master do skate nacional. Em 2026, o campeonato acontece durante o feriado de Corpus Christi, na Curitiba Skate Park, reunindo gerações que ajudaram a construir a história do skate brasileiro.

Por mais um ano, o Divas Skateras será cobertura oficial do evento, acompanhando de perto sessões, histórias, encontros e a presença das mulheres que seguem movimentando e fortalecendo a cultura do skate.

Idealizado por Danilo do Rosário e com produção da Shimai Eventos, liderada por Carol Miura, o evento também evidencia a força da atuação feminina na produção e articulação de projetos importantes para a cena.

O Old Is Gold carrega um significado de reencontro, memória, permanência e celebração da cultura do skate. Em 2023, a 3ª edição passou a contar com a categoria feminina 35+, ampliando espaço para mulheres que ajudaram a construir o skate feminino nacional e valorizando trajetórias que seguem inspirando novas gerações dentro e fora das pistas.

O Divas Skateras conversou com algumas das referências do skate feminino que estarão presentes no rolê: Dinha Osório, Bel Nascimento, Lari Carollo e Débora Ribas. Em comum, elas carregam histórias atravessadas por resistência, construção de espaços e uma conexão profunda com o skate.

DINHA OSÓRIO

Quando você criou o ELo Skate Girls em 2002, a primeira escola de skate feminino do Brasil, imaginava que décadas depois veríamos eventos como o Vans Old Is Gold fortalecendo a presença de mulheres master no skate?

“Lá por volta dos anos 2000 o número de meninas que andavam de skate era mínimo..eram poucas as referências e então fomos abrindo as portas, incentivando meninas a começarem a andar de skate, dando suporte para um aprendizado seguro em um meio que, naquele tempo, era muito machista e preconceituoso.

Hoje fico realizada em ver várias gerações de meninas, que surgiram depois em vários cantos do Brasil e do mundo, se superando e conquistando um espaço mais que merecido. O Old Is Gold está aí para mostrar isso, além de uma grande confraternização geral do skateboarding, é uma mostra das meninas guerreiras e fortes que se superaram e estão mostrando para o que vieram… para serem poderosas e felizes andando de skate e fazendo cada uma a sua história.”

BEL NASCIMENTO

Você volta como locutora do Vans Old Is Gold pelo segundo ano consecutivo depois de uma conexão construída através do Divas Skateras. Como você enxerga a importância dessas redes entre mulheres para criar novos espaços dentro do skate?

“Acho que o Divas sempre teve a missão de ampliar espaços e mostrar para toda a nossa comunidade que, sim, existem mulheres manobrando e ocupando diversos lugares dentro do skate. Estar mais um ano ao lado de grandes nomes que pavimentaram o skate nacional é uma experiência única.

O Divas faz parte da minha caminhada e também da trajetória de muitas mulheres que estarão manobrando no evento. Com certeza, é um dos pilares para manter nossa cena viva, perpetuando essa cultura de geração em geração, algo que conseguimos ver claramente com as Mini Divas.”

LARI CAROLLO

Ano passado você viveu o Vans Old Is Gold como juíza, e agora retorna para a pista como competidora. O que significa participar do campeonato dessa vez de um lugar tão diferente, em um evento que também celebra trajetória e permanência no skate?

“O campeonato Olds Gold tem um significado muito especial para mim.

Ele acontece em Curitiba, minha cidade natal, e na pista onde comecei a andar de skate há 28 anos atrás. Voltar a participar de um evento na Curitiba Skate Park é como se fosse uma volta ao passado. Um mix de viver o presente com a nostalgia de uma época tão boa das nossas vidas.

Claro que com algumas limitações da idade. E o melhor de tudo é perceber que nunca paramos de andar de skate, realmente ele faz parte de nós e o evento conseguiu resgatar algumas pessoas que já tinham se afastado do carrinho.

Participei das duas primeiras edições competindo, na terceira edição do feminino eu estava grávida, então fui convidada para participar como juíza. Claro, não consigo ficar de fora de maneira alguma e agora este ano irei competir, sem ter treinado, sendo mãe, sem tempo para andar de skate, me recuperando ainda da gestação, parto (cesárea), amamentação, puerpério…

Mas como disse, não fico de fora de maneira alguma rs.

Por um simples motivo:

Não é um campeonato, é uma grande confraternização do que nos remete boas lembranças e nos faz sentir vivos.”

DÉBORA RIBAS

Sendo uma das pioneiras do skate feminino no Brasil e acompanhando essa cena há tantos anos em Curitiba, como é ver um campeonato como o Vans Old Is Gold acontecendo na sua cidade e reunindo o skate feminino master?

“Para mim é uma honra e uma imensa satisfação.

Curitiba nos anos 90s foi o palco de grandes etapas do circuito paranaense.

A antiga pista da Drop Dead, que hoje é a Curitiba Skate Park, representa muito para nós. Esse evento é onde nos reunimos e relembramos toda nossa trajetória e dedicação lá trás para estarmos aqui hoje.

É reunir todas as gerações sem aquela pressão, cada um tem seu estilo e tudo é uma session e união da velha geração.

Somos os precursores e deixamos nosso legado para essa nova geração que está aí com tudo.

Gratidão aos organizadores e à velha guarda que vieram antes de mim também.

Estarei lá representando todas da minha época aos 47 anos. Só tenho a agradecer.”

O Vans Old Is Gold segue mostrando que o skate ultrapassa a lógica da competição. O evento se firma como um espaço de encontro entre gerações, troca de experiências, reconhecimento de trajetórias e valorização de quem ajudou e, continua ajudando, a construir a história do skate feminino no Brasil.

LINK PARA INSCRIÇÃO

https://www.atletis.com.br/evento/vans-old-is-gold-2786?utm_source=ig&utm_medium=social&utm_content=link_in_bio

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MAIS INFORMAÇÕES SOBRE O EVENTO:

@oldisgold.fest

CRÉDITOS

FOTOS DE GABRIEL PERALTA

TEXTO DE LORENA NUNES

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“STOKED, Sem Caô”: Novo lançamento da Into The Mirror https://divaskateras.com.br/blog/stoked-sem-cao-into-the-mirror-video-skate-feminino-rio/01/06/2026/ Mon, 01 Jun 2026 15:52:40 +0000 https://divaskateras.com.br/?p=7167 “STOKED, Sem Caô” é o novo lançamento da Into The Mirror. Disponibilizado no YouTube em 28 de maio, o vídeo nasce de uma trip de 10 dias no Rio de Janeiro, reunindo sessão, convivência, rua, manobras e a força de um bonde pesado em movimento. A trip reuniu nomes como Vanessa Torres, Vitória Mendonça, Átali […]

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“STOKED, Sem Caô” é o novo lançamento da Into The Mirror. Disponibilizado no YouTube em 28 de maio, o vídeo nasce de uma trip de 10 dias no Rio de Janeiro, reunindo sessão, convivência, rua, manobras e a força de um bonde pesado em movimento.

A trip reuniu nomes como Vanessa Torres, Vitória Mendonça, Átali Mendes, Karina Muñoz, Vitória Bortolo, Christine Cottam, Clara Tekid, Norma Ibarra e Lorena Fernanda, em uma imersão para respirar skate, conexão e produção de conteúdo. O resultado agora também estampa a capa da edição #09 da revista.

Uma das premieres rolou durante o Goiânia Crew Attack 2026, onde Pipa Souza e Clara compartilharam um pouco dos bastidores, inspirações e do significado por trás do projeto.

Segundo Pipa, a experiência no Rio foi marcada pela felicidade de dividir o cotidiano com um grupo forte de mulheres, andando de skate, colocando manobra no chão e fortalecendo laços. Ela destaca Vanessa Torres como uma referência máxima dentro e fora das sessões.

“É só verdade o que tem ali”, resume Pipa, ao falar sobre as skatistas vivendo o corre, puxando sessão e registrando um recorte honesto daqueles 10 dias.

O lançamento também simboliza outro movimento importante: o fortalecimento da Into The Mirror enquanto espaço editorial independente. A própria capa da nova edição nasce desse processo, incluindo a manobra que encerra o vídeo. Para Pipa, acompanhar a construção dessa campanha foi algo especialmente significativo.

Durante a conversa, Clara também reforçou como novos coletivos, revistas e iniciativas seguem movimentando a cena e fazendo surgir cada vez mais produções para acompanhar.

Segundo Pipa, a Into The Mirror surge de uma necessidade em ver mais revistas de skate feitas por mulheres. Dessa inquietação nasceu o corre, sustentado por uma rede de meninas que confiam, constroem e mantêm o movimento vivo.

No encerramento, o incentivo foi direto: registrar importa, mesmo sem experiência, mesmo começando agora.

Pipa relembrou Estefania Lima como uma das pessoas fundamentais para incentivar sua caminhada com a câmera, acolhendo imagens, processos de aprendizado e fortalecendo a continuidade do trabalho.

Porque abrir espaço também é responsabilidade compartilhada.

De pouco em pouco, mais portas se abrem.

ASSISTA “STOKED, Sem Caô”:

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@atalimendes
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@christinemcottam
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@lorensfernanda
@pipasouza
@_intothemirror

CRÉDITOS

FOTOS DE NORMA IBARRA

TEXTO DE LORENA NUNES

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Goiânia Crew Attack 2026 entrega três dias de puro caos gostoso no Bacião https://divaskateras.com.br/blog/goiania-crew-attack-2026/27/05/2026/ Wed, 27 May 2026 19:33:40 +0000 https://divaskateras.com.br/?p=7117 De 21 a 24 de maio, o Goiânia Crew Attack 2026 voltou a provar por que é um dos eventos mais autênticos do cenário nacional. Mais uma vez, o Divas Skateras marcou presença como mídia parceira, ao lado da Into The Mirror, acompanhando de perto três dias intensos daquele “caos gostoso” que já virou assinatura […]

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De 21 a 24 de maio, o Goiânia Crew Attack 2026 voltou a provar por que é um dos eventos mais autênticos do cenário nacional. Mais uma vez, o Divas Skateras marcou presença como mídia parceira, ao lado da Into The Mirror, acompanhando de perto três dias intensos daquele “caos gostoso” que já virou assinatura oficial do evento.

Com narração de Lorena Fernanda, Pedro Cabral e Jean Santos, o Bacião, em Goiânia, foi tomado por muito skate, energia coletiva, crews afiadas e um formato que foge do padrão tradicional das competições. Foram sexta, sábado e domingo de puro suco do skate.

O circuito veio pesado, trazendo desafios distribuídos em cinco obstáculos que exigiram criatividade, técnica e leitura rápida de linha: side stripe, escada, quarter, mesa de piquenique e rampas com bordas. Para abrir os trabalhos e aumentar ainda mais a adrenalina do fim de semana, um dia antes da competição principal ainda rolou a intensa BM F1 Race, dando largada ao rolê.

No feminino, a Four Gang dominou a edição e levou o topo do pódio:

1º FOUR GANG: @cerizzzzz, @mariasantossk8, @mari_navarroskt e @danielavitoriaskt;
2º WAFFLES QUEENS: @mariaalmeidask8, @ariadnesk8 e @clara.luaaa;
3º MONAYP CREW: @natycafissosk8oficial, @paradoxovitoriaaraujo, @rafaelamurbach e @luddylourenco.


Já no masculino, o pódio ficou com a Unleash The Beast Crew em primeiro lugar, a Wences Crew em segundo e a Bagaceira Crew em terceiro.

Além dos resultados, o evento seguiu mostrando que seu diferencial mora justamente naquilo que acontece entre uma sessão e outra: a convivência entre crews, a construção de comunidade e o fortalecimento da cena.

Outro momento marcante da edição foi a escolha dos nomes que levaram os títulos individuais do evento: Ceres Oliveira conquistou o prêmio de Monstrona do GCA 2026, enquanto Miguel Leal levou o título de Monstrão do GCA 2026.

Um dos grandes destaques do evento foi Ceres Oliveira, vinda de Fortaleza, a skatista encarou um caminho intenso até chegar a Goiânia: precisou fazer vaquinha para conseguir representar, passou por lesão, recuperação e, mesmo diante dos desafios, não só ajudou a Four Gang a conquistar o primeiro lugar, como também levou o título de individual.

O Divas Skateras conversou com Ceres sobre trajetória, conexão entre as minas e a importância de eventos que propõem novas experiências dentro do skate:

Você veio de Fortaleza, contou com uma vaquinha para conseguir representar, passou por um período difícil de lesão e recuperação e, mesmo assim, chegou ao pódio com a Four Gang e ainda levou o título de Monstrona do Goiânia Crew Attack. O que passou pela sua cabeça nesse momento? Como foi receber esse reconhecimento e sentir o carinho da galera depois de toda essa caminhada?


“O sentimento é de muita gratidão e felicidade, porque toda a correria que eu fiz pra estar ali deu super certo. Já foi incrível ganhar com a Four Gang, e receber o título de Monstrona foi algo que eu realmente não esperava. Fui na intenção de me divertir e fazer minhas manobras, então ter esse reconhecimento do evento e da galera foi muito especial. Me senti muito acolhida e abraçada por todo mundo. Foi a sensação de que todo o corre valeu a pena.”

O GCA tem uma dinâmica diferente, muito marcada pela conexão entre crews e pelo encontro entre minas de várias regiões. Como foi, pra você, viver essa troca com outras skatistas e sentir essa rede feminina do skate funcionando na prática?


“Essa troca foi muito importante pra mim. Da minha crew, eu só conhecia a Maria pessoalmente, que inclusive foi quem me chamou pra fazer parte da Four Gang. A Mari e a Daniela eu já acompanhava pela internet, já conhecia o rolê delas, mas nunca tinha encontrado pessoalmente. Então foi muito massa finalmente conhecer as meninas, andar junto e trocar experiências. Além disso, também tive a oportunidade de conhecer várias outras skatistas que eu acompanhava só pelas redes. Foi um momento muito rico de conexão, de resenha e de fortalecimento. Acho que essa é uma das partes mais bonitas do evento.”

Muitos eventos ainda seguem o formato mais clássico da competição. Na sua visão, qual a importância de iniciativas como o GCA criarem experiências diferentes dentro do skate, abrindo espaço para vivência, coletividade e novas formas das minas se expressarem no rolê?


“Eu acho muito importante, porque acaba fugindo daquele formato tradicional de competição, onde às vezes a gente fica muito focada só no resultado. No Goiânia Crew Attack, a experiência vai muito além disso. Tem a convivência, a troca de vivências, a conexão entre as minas e o fortalecimento da cena. Acho que eventos assim dão mais espaço pra gente se expressar, mostrar nosso skate do nosso jeito e criar laços que vão muito além da pista.”

Em um cenário onde muitos campeonatos seguem estruturas tradicionais, iniciativas como o GCA 2026 apostam em experiências diferentes, colocando crews, conexão e cultura no centro da pista.

E talvez seja exatamente isso que explique por que, ano após ano, o evento continua deixando sua marca: aquele caos gostoso, intenso, barulhento, coletivo e completamente apaixonante.

CONEXÕES

@lorensfernanda
@_intothemirror

CRÉDITOS

FOTOS DE PRI PERESTELO & LUCAS “BISNAGA”

TEXTO DE LORENA NUNES

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SHoF 2026 celebra Alexis Sablone e Vanessa Torres entre as homenageadas do Skateboarding Hall of Fame https://divaskateras.com.br/blog/shof-2026-alexis-sablone-vanessa-torres-skateboarding-hall-of-fame/19/05/2026/ Tue, 19 May 2026 21:10:42 +0000 https://divaskateras.com.br/?p=7092 O Skateboarding Hall of Fame and Museum é um dos espaços mais importantes da história do skate mundial. Fundado em 1997, o museu funciona como um verdadeiro arquivo vivo da cultura skateboard, preservando décadas de evolução do skate através de shapes históricos, revistas raras, vídeos clássicos, fotografias, obras de arte, equipamentos lendários e documentos que […]

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O Skateboarding Hall of Fame and Museum é um dos espaços mais importantes da história do skate mundial. Fundado em 1997, o museu funciona como um verdadeiro arquivo vivo da cultura skateboard, preservando décadas de evolução do skate através de shapes históricos, revistas raras, vídeos clássicos, fotografias, obras de arte, equipamentos lendários e documentos que ajudaram a construir a cena que conhecemos hoje.

Localizado em Simi Valley, próximo de Los Angeles, o espaço reúne aproximadamente 930 m² dedicados exclusivamente à memória do skateboarding. Além do museu, o SHoF também realiza desde 2009 sua tradicional cerimônia anual de indução ao Hall da Fama, homenagem dada a skatistas, fotógrafos, marcas, construtores de pistas, mídias e personalidades que deixaram um impacto permanente no skate mundial.

A classe de 2026 já foi oficialmente anunciada pelo SHoF e dois nomes femininos receberam um reconhecimento mais do que merecido: Alexis Sablone e Vanessa Torres agora fazem parte do seleto grupo de homenageadas da instituição.

Falar de Alexis Sablone é falar sobre uma das skatistas mais criativas e influentes da história do street skate. Com um estilo técnico extremamente singular, linhas inteligentes e uma leitura arquitetônica única dos obstáculos, Alexis construiu uma carreira que ultrapassa competições e vídeo parts.

Alexis ajudou a redefinir o olhar sobre o skate de rua feminino em uma geração inteira, inspirando meninas ao redor do mundo através de autenticidade, personalidade e skate de altíssimo nível.

Além disso, sua atuação também conecta skate, arte e arquitetura, ampliando ainda mais o impacto cultural da sua trajetória dentro e fora das ruas.

A entrada de Alexis no Hall da Fama representa o reconhecimento de uma carreira construída com originalidade e enorme contribuição para a evolução do skateboarding.

Vanessa Torres também entra para a classe de 2026 carregando uma trajetória fundamental para o crescimento do skate feminino mundial.

Vanessa foi uma das skatistas mais importantes dos anos 2000, ajudando a abrir espaço para uma nova geração de mulheres dentro do street skate competitivo e da cultura skate como um todo. Seu estilo agressivo, velocidade e consistência marcaram época em contests e vídeos que influenciaram milhares de skatistas.

A californiana também ganhou destaque em algumas das produções mais emblemáticas da história do skate feminino, como AKA: Girl Skater (2003), Getting Nowhere Faster (2004) e Quit Your Day Job (2014), vídeos que ajudaram a fortalecer a representatividade das mulheres dentro do skateboarding.

Além disso, Torres entrou para a história ao se tornar a primeira mulher a conquistar uma medalha de ouro nos X Games no skate street feminino, consolidando seu nome entre as pioneiras da modalidade. Outro marco impressionante de sua carreira foi ter se tornado profissional com apenas 14 anos de idade.

O reconhecimento do SHoF reforça a dimensão histórica da contribuição de Vanessa Torres para o skateboarding mundial.

O Divas Skateras parabeniza Alexis Sablone e Vanessa Torres por esse reconhecimento histórico.

As duas ajudaram a transformar o skate feminino mundial através de talento, personalidade, resistência e muita dedicação ao skateboarding. O legado de vocês atravessa gerações e continua inspirando meninas a ocuparem as ruas, pistas e campeonatos ao redor do mundo.

Mais do que homenagens individuais, essas induções representam uma vitória importante para a presença feminina na história do skate.

Viva a nossa teimosia!!!

ENCONTRE SUA SKATISTA:

@suminaynay

@vanessatorres

LINK DA CERIMONIA:

LINK SHOF 2026:

https://skateboardinghalloffame.org/category/shof-2026

CRÉDITOS:

FOTOS DE SHoF, Norma Ibarra, Arquivo digital Alexis Sablone

TEXTO DE LORENA NUNES

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SUMMIT W reúne mulheres do esporte e marketing em encontro na ESPM-SP https://divaskateras.com.br/blog/summit-w-marketing-esportivo-feminino-espm/13/05/2026/ Thu, 14 May 2026 03:15:54 +0000 https://divaskateras.com.br/?p=7076 No último dia 12 de maio, das 8h às 18h, aconteceu na ESPM da Vila Mariana, em São Paulo, o Summit W, primeiro encontro voltado para marketing, esporte e protagonismo feminino. O evento foi gratuito, exclusivo para convidadas e reuniu atletas, jornalistas, criadoras de conteúdo, pesquisadoras, executivas e representantes de grandes marcas para discutir o […]

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No último dia 12 de maio, das 8h às 18h, aconteceu na ESPM da Vila Mariana, em São Paulo, o Summit W, primeiro encontro voltado para marketing, esporte e protagonismo feminino. O evento foi gratuito, exclusivo para convidadas e reuniu atletas, jornalistas, criadoras de conteúdo, pesquisadoras, executivas e representantes de grandes marcas para discutir o espaço das mulheres nas narrativas esportivas.

Idealizado em parceria entre o curso de Administração da ESPM e a W Content, o Summit W propôs um dia inteiro de conversas sobre mercado, audiência, produção de conteúdo, influência, consumo e o futuro do esporte feminino. A programação contou com painéis sobre construção de marcas no esporte feminino, violência de gênero no esporte, tendências de conteúdo, influência digital, comportamento de audiência e legado da Copa Feminina de 2027.

Um dos destaques do encontro foi o painel “O jogo do consumo: escolher o que assistir também é investir”, que trouxe reflexões sobre audiência, engajamento, cobertura e o impacto do consumo no fortalecimento do esporte feminino. A conversa reforçou como acompanhar, compartilhar e consumir modalidades femininas também é uma forma de movimentar o mercado e ampliar oportunidades para atletas e projetos independentes.

O manifesto do evento também deixou claro o posicionamento do Summit W: discutir o esporte feminino para além da inclusão, olhando para potência, estratégia e construção de narrativa. “Não queremos apenas o minuto de silêncio; queremos o barulho da torcida”, destacou um dos trechos apresentados durante o encontro.

Representando o Divas Skateras, Lari Pinna participou de uma das conversas realizadas ao longo do dia, acompanhando de perto os debates sobre comunicação, posicionamento de marca e presença feminina no esporte. A participação reforça a importância de veículos independentes elaborados e conduzidos por mulheres que vivem e compreendem sobre o assunto para a construção e fortalecimento desta cena feita por mulher e para todos os públicos.

O Summit W mostrou como diferentes áreas, do marketing ao jornalismo, das marcas às atletas vêm se conectando para construir novas formas de visibilidade no esporte feminino. O encontro apontou para movimentos que já estão transformando o mercado e ampliando espaços de protagonismo para mulheres em diversas modalidades.

CONEXÕES

@fotografanat

@laripinna

CRÉDITOS

FOTOS DE NATALIE VENÂNCIO

TEXTO DE LORENA NUNES

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Make Like a Woman transforma a Cavepool em encontro de skate, arte, música e conexões femininas https://divaskateras.com.br/blog/make-like-a-woman-transforma-a-cavepool-em-encontro-de-skate-arte-musica-e-conexoes-femininas/11/05/2026/ Tue, 12 May 2026 02:44:53 +0000 https://divaskateras.com.br/?p=7050 Na última sexta-feira (09/05), a Cavepool foi palco de mais uma edição do Make Like a Woman, idealizado e realizado por Nick Batista. O evento reuniu skate, música, talks, tattoo, exposições e ativações criativas em uma noite marcada por troca, coletividade e fortalecimento da cena feminina. Desde o início da programação, já era possível sentir […]

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Na última sexta-feira (09/05), a Cavepool foi palco de mais uma edição do Make Like a Woman, idealizado e realizado por Nick Batista. O evento reuniu skate, música, talks, tattoo, exposições e ativações criativas em uma noite marcada por troca, coletividade e fortalecimento da cena feminina.

Desde o início da programação, já era possível sentir a energia do encontro. A aula de skate com Bia D’arc abriu os trabalhos colocando várias meninas na pista e criando um ambiente leve, acolhedor e acessível para quem queria viver a experiência do skate pela primeira vez ou simplesmente colar no rolê e se conectar com a cena.

Outro destaque foi o Ring of Skate da Monster, uma ativação pensada justamente para ser divertida e inclusiva. Não precisava saber andar de skate, bastava querer participar. E talvez essa tenha sido uma das maiores forças do evento: criar diferentes possibilidades de participação para que todas pudessem se sentir parte do Make Like a Woman.

Enquanto a pista seguia movimentada, o público também circulava pelas exposições, ativações artísticas e espaços de troca espalhados pela Cavepool. A oficina de xilogravura com Agatha Alencar trouxe ainda mais identidade ao encontro, conectando arte manual, expressão e cultura urbana dentro do mesmo ambiente.

Nos talks, a conversa ganhou profundidade em um bate-papo conduzido por Lu Nascimento, ao lado das convidadas Luana Cheni (psicóloga), Luara Ribas (social media) e Gabriela Guedes (gerente de marketing digital). O encontro levantou discussões necessárias sobre vivências femininas, um daqueles momentos que reforçam que o skate também é espaço de escuta, acolhimento e construção coletiva.

Na pista, o clima ficou ainda mais intenso com o Cash For Tricks da Vans e a ativação de maior grind da Oakley, movimentando a sessão e incentivando as minas a ocuparem cada vez mais os obstáculos, cada uma no seu estilo e no seu tempo.

E como surpresa da noite, rolou ainda uma pré-première inédita apresentada por Pipa Souza, exibindo um novo vídeo da Into The Mirror e deixando o público em clima de expectativa para o lançamento oficial. A ação também reforçou uma proposta importante do Make Like a Woman: incentivar meninas a produzirem e lançarem suas próprias vídeo partes, ampliando a presença feminina no audiovisual do skate e fortalecendo novas narrativas dentro da cena.

Além de abrir espaço para novas produções, o evento também buscou incentivar mais meninas a registrarem suas sessões, contarem suas próprias histórias e ocuparem o audiovisual como forma de expressão, documentação e fortalecimento da cultura skate feita por mulheres.

A noite contou ainda com o apoio e participação de Bella Louro, que contribuiu na locução e também como jurada das ativações, fortalecendo ainda mais a conexão coletiva construída durante o evento.

O Make Like a Woman mostrou a potência de encontros criados por mulheres e para mulheres dentro da cultura skate. Um espaço onde skate, arte, música e conversa caminham juntos, fortalecendo a cena de forma verdadeira, inclusiva e independente.

A cobertura do evento pelo Divas Skateras contou com a presença de Thainá Nascimento e Amanda Nogueira, representando o coletivo durante toda a programação e acompanhando de perto os encontros, ativações e conexões construídas no evento.

MAKE LIKE WOMAN É APRESENTADO POR:

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MAKE LIKE WOMAN É APOIADO POR:

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FOTOS E COBERTURA DE THAINÁ NASCIMENTO E AMANDA NOGUEIRA

TEXTO DE LORENA NUNES

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Carla Karolina: documentário retrata trajetória de resistência em Maceió https://divaskateras.com.br/blog/carla-karolina-skate-resistencia-transformacao/06/05/2026/ Thu, 07 May 2026 03:08:27 +0000 https://divaskateras.com.br/?p=7035 No skate, nem toda manobra começa na pista. Algumas começam muito antes, dentro de casa, na rua e no enfrentamento diário contra estruturas que tentam limitar sonhos. É esse o ponto de partida de “É Isso Que Eu Quero: A História de Carla Karolina”, documentário lançado pela Black Media Skate que acompanha a trajetória da […]

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No skate, nem toda manobra começa na pista. Algumas começam muito antes, dentro de casa, na rua e no enfrentamento diário contra estruturas que tentam limitar sonhos. É esse o ponto de partida de “É Isso Que Eu Quero: A História de Carla Karolina”, documentário lançado pela Black Media Skate que acompanha a trajetória da skatista alagoana Carla Karolina, conhecida como Karol.

Ambientado no bairro Vergel do Lago, em Maceió, o filme apresenta uma narrativa que vai além do skate. O documentário mergulha na realidade de uma jovem que encontrou no shape uma possibilidade concreta de mudança de vida, enfrentando barreiras sociais, culturais e estruturais para construir seu espaço dentro da cena.

E essa trajetória segue sendo escrita em alto nível. No último sábado (02), Carla Karolina conquistou o título da primeira etapa do Circuito Brasileiro de Skateboarding Pro 2026, realizada na Marina Skatepark, vencendo o Niterói Skate Pro 2026 e consolidando seu nome entre os principais destaques do skate nacional. A vitória reforça o peso da história retratada no documentário e mostra que a resistência narrada no filme se traduz também em resultado dentro das pistas.

Mas a força da história de Karol não anda sozinha. Ao lado do pai, Bob, a skatista constrói uma relação onde afeto, apoio e resistência caminham juntos. O documentário mostra como a base familiar pode ser decisiva no fortalecimento de trajetórias que muitas vezes nascem em territórios atravessados pela falta de acesso, invisibilidade e desigualdade.

Em um cenário onde mulheres, principalmente mulheres periféricas, ainda precisam disputar reconhecimento dentro e fora das pistas, a história de Carla Karolina reforça algo essencial: ocupar espaços também é uma forma de manobra.

Produzido com recursos da Lei Paulo Gustavo e operacionalizado pela Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa de Maceió, o filme dirigido por Kamyla Ariely e Bryan Leite amplia esse debate ao registrar o skate como linguagem de pertencimento, autonomia e futuro.

É Isso Que Eu Quero documenta um movimento que cresce silenciosamente nas bordas: o de meninas que transformam o skate em ferramenta de identidade, liberdade e permanência.

Porque, no fim, o skate também é isso: insistir até acertar, na pista e na vida.

Por trás das sessões, das quedas e das conquistas, existe uma trajetória construída com escolhas difíceis, persistência e muito corre. Em É Isso Que Eu Quero, Carla Karolina abre parte dessa caminhada e mostra como o skate atravessa sua vida para além da pista.

Agora, com um título importante no circuito profissional e uma trajetória que inspira dentro e fora das pistas, sua história ganha ainda mais força.

Para aprofundar essa caminhada e entender os desafios, os aprendizados e o que move Karol dentro do skate, conversamos com a skatista sobre sua trajetória, sua relação com a família e o impacto de representar outras meninas que sonham ocupar esse mesmo espaço.

O título do documentário é “É Isso Que Eu Quero”. Em qual momento da sua trajetória você teve certeza de que o skate era exatamente esse caminho que queria seguir?

“Eu tive certeza de que o skate era o que eu queria quando percebi que, mesmo com todas as dificuldades, eu continuava voltando pra pista. Não era só sobre andar, era sobre me sentir viva, livre e forte. O skate virou minha forma de existir no mundo, independente de qualquer obstáculo.”

A relação com seu pai, Bob, aparece como uma base importante na sua caminhada. Como esse apoio influenciou sua permanência no skate, principalmente nos momentos mais difíceis?

“O apoio do meu pai e da minha família foi fundamental em tudo. Nos momentos mais difíceis, quando parecia que ia dar tudo errado, era eles que me lembrava do porquê eu comecei. Ter alguém que acredita em você de verdade faz toda diferença, porque quando a gente duvida, essa pessoa sustenta a nossa força.”

Sua história carrega questões de território, resistência e representatividade. Hoje, olhando para sua trajetória, o que você quer que outras meninas da periferia enxerguem quando veem você andando de skate?

“Eu quero que outras meninas olhem pra mim e entendam que elas também podem. Que não importa de onde vêm ou o que enfrentam, existe espaço pra elas no skate e onde mais quiserem estar. Minha história é sobre resistência, mas também sobre possibilidade.”

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@carla.karolinaskt

CRÉDITOS

FOTOS DE ARQUIVO PESSOAL CARLA KAROLINA

TEXTO DE LORENA NUNES

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Das Mina’s Fest fortalece o skate feminino em Heliópolis com produção feita por mulheres https://divaskateras.com.br/blog/das-minas-fest-skate-feminino-heliopolis/24/04/2026/ Sat, 25 Apr 2026 00:32:24 +0000 https://divaskateras.com.br/?p=7023 Nos dias 18 e 19 de abril, a pista do CEU Heliópolis foi ocupada por um movimento que vai além do skate. Em sua segunda edição, o Das Mina’s Fest, realizado pelo projeto 2 Das Minas, reuniu centenas de pessoas em dois dias de atividades gratuitas, conectando esporte, cultura e comunidade. Com um diferencial claro, […]

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Nos dias 18 e 19 de abril, a pista do CEU Heliópolis foi ocupada por um movimento que vai além do skate. Em sua segunda edição, o Das Mina’s Fest, realizado pelo projeto 2 Das Minas, reuniu centenas de pessoas em dois dias de atividades gratuitas, conectando esporte, cultura e comunidade.

Com um diferencial claro, o evento foi totalmente produzido por mulheres, da equipe técnica à alimentação, gerando renda local e ampliando a visibilidade feminina dentro da cena.

O campeonato reuniu mais de 40 skatistas nas categorias Estreante (Kids e Adulta) e Amador/Open, com uma proposta que equilibra inclusão e nível técnico. A estrutura de premiação também reforça o evento como um dos poucos voltados exclusivamente para mulheres com valorização profissional.

Entre os destaques, a atleta Pimentinha, campeã paraense mirim (2023, 2024 e 2025), marcou presença, fortalecendo a conexão entre diferentes regiões.

O festival também contou com a Tenda Cultural, com oficinas abertas de stencil, monotipia botânica, fingerboard e construção de pistas de papelão. Ao todo, cerca de 450 pessoas passaram pelo evento.

O encerramento ficou por conta do Slam das Minas, trazendo poesia, rima e expressão como parte da cultura urbana.

Mais de 20 mulheres estiveram envolvidas diretamente na realização do evento, com participação ativa de integrantes da própria comunidade de Heliópolis.

“Este é um evento feito por mulheres e para mulheres. Queremos mostrar que o skate é uma ferramenta de transformação para o protagonismo e emancipação”, afirma a idealizadora Luciana Tozo.

Com apoio do CEU Heliópolis e marcas parceiras, o Das Mina’s Fest reforça a importância de espaços construídos por mulheres para o fortalecimento do skate feminino no Brasil.

Das Mina’s Fest é continuidade de um movimento que cresce na base, com organização, identidade e propósito.

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@2dasminas

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@pimentinha1288

CRÉDITOS:

FOTOS DE HELENA CHAGAS

TEXTO DE LORENA NUNES:

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Divas Sessions em Cuiabá promove skate e diálogo sobre assédio no esporte https://divaskateras.com.br/blog/skate-feminino-cuiaba-divas-sessions-mm-skate-shop/21/04/2026/ Tue, 21 Apr 2026 23:07:20 +0000 https://divaskateras.com.br/?p=7002 A cena do skate feminino em Cuiabá segue em crescimento com a realização do Divas Sessions, evento que reuniu skatistas com foco na modalidade Mini Ramp em um encontro que combinou esporte, convivência e conscientização. Realizado na MM Skate Shop, o evento se consolida como uma iniciativa relevante para o fortalecimento do skate feminino em […]

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A cena do skate feminino em Cuiabá segue em crescimento com a realização do Divas Sessions, evento que reuniu skatistas com foco na modalidade Mini Ramp em um encontro que combinou esporte, convivência e conscientização. Realizado na MM Skate Shop, o evento se consolida como uma iniciativa relevante para o fortalecimento do skate feminino em Mato Grosso e para a ampliação de espaços voltados às mulheres no skate.

Durante a programação, a pista ficou livre para as skatistas, promovendo evolução técnica e troca de experiências. Além da prática esportiva, o evento contou com comes e bebes, criando um ambiente de integração entre skatistas, familiares e a comunidade presente, fortalecendo o senso coletivo dentro da cena local.

Um dos destaques do Divas Sessions foi o encontro psicológico, que trouxe uma abordagem necessária dentro do contexto do skate feminino. A conversa, conduzida pela psicóloga Ana Kelly, abordou temas como assédio e abuso no esporte, ampliando o debate sobre segurança, respeito e permanência de mulheres no skate. A presença de pais e mães reforçou a importância do envolvimento da comunidade na construção de ambientes mais seguros no skate em Cuiabá.

Como forma de incentivo e valorização das participantes, o evento também realizou o sorteio de um tênis da QIX, além de produtos de vestuário, fortalecendo o engajamento e a conexão com o público presente.

O Divas Sessions reafirma o papel de iniciativas locais no fortalecimento do skate feminino, contribuindo não apenas para o desenvolvimento esportivo, mas também para a construção de um ambiente mais consciente, inclusivo e estruturado para mulheres no skate.

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@mmskateshop

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@psi.anakelly

CRÉDITOS:

FOTOS DE ESTEFANIA LIMA
TEXTO DE LORENA NUNES

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Divas Skateras marcam presença na Rádio Assembleia MT https://divaskateras.com.br/blog/divas-skateras-radio-assembleia-mt-skate-feminino/28/03/2026/ Sat, 28 Mar 2026 19:55:42 +0000 https://divaskateras.com.br/?p=6986 A presença do coletivo Divas Skateras na programação da Rádio Assembleia MT marca um momento importante para o skate feminino em Mato Grosso, evidenciando o crescimento do movimento e a ampliação de espaços de visibilidade para mulheres no esporte. Participaram da entrevista Estefânia Lima, Lorena Nunes e a atleta Sophia Gabrielly, que foram recepcionadas pelas […]

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A presença do coletivo Divas Skateras na programação da Rádio Assembleia MT marca um momento importante para o skate feminino em Mato Grosso, evidenciando o crescimento do movimento e a ampliação de espaços de visibilidade para mulheres no esporte. Participaram da entrevista Estefânia Lima, Lorena Nunes e a atleta Sophia Gabrielly, que foram recepcionadas pelas radialistas Priscila Mendes e Thayana Bruno.

Durante a entrevista, foram abordados diferentes aspectos que estruturam o cenário atual do skate feminino. Ao apresentar a origem do projeto, Estefânia Lima destacou que o Divas Skateras surgiu com o objetivo de criar um espaço mais acessível, acolhedor e representativo para mulheres no skate, atuando diretamente no incentivo à prática e na construção de uma comunidade mais inclusiva. A iniciativa se consolida como uma resposta à histórica predominância masculina no esporte, propondo novas dinâmicas de participação e pertencimento.

Na sequência, Lorena Nunes contribuiu com uma análise sobre a presença feminina no skate, abordando os desafios observados nos últimos anos. Foram discutidas as dificuldades iniciais de inserção, que impactam diretamente na permanência de mulheres no esporte. Ao mesmo tempo, destacou-se o crescimento da visibilidade do skate feminino, impulsionado por iniciativas locais e pela atuação de grupos organizados.

A atleta Sophia Gabrielly compartilhou sua trajetória dentro do skate, evidenciando seu processo de desenvolvimento esportivo e a experiência de participação em dois campeonatos brasileiros. Sua presença reforça a atuação de uma nova geração de skatistas que vêm contribuindo para elevar o nível técnico e ampliar o reconhecimento do skate feminino em Mato Grosso, além de servir como referência para outras jovens interessadas no esporte.

A participação do coletivo na rádio evidencia que o skate feminino em Mato Grosso atravessa um momento de expansão, no qual iniciativas como o Divas Skateras, associadas à ocupação de espaços institucionais de comunicação, contribuem para consolidar o movimento. Esse avanço não se limita à prática esportiva, mas também se insere em um contexto mais amplo de transformação social, no qual o skate atua como ferramenta de inclusão, expressão e fortalecimento da identidade feminina.

Para quem deseja acompanhar a entrevista na íntegra, o programa vai ao ar amanhã na TVAL, às 18h, e na terça-feira pela rádio 89,5 FM, às 12h.

LINK PARA A ENTREVISTA COMPLETA:

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@sophskt

@loren4nunes

@estefanialima

CRÉDITOS:

Fotos de Gilberto Leite ALMT

Texto de Lorena Nunes

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